sábado, 24 de setembro de 2011

KTM Duke 200 é apresentada na Malásia


Lançamentos: KTM Duke 200 é apresentada na Malásia


Apesar de estar entre os maiores mercados do mundo, o Brasil quase sempre é obrigado a esperar um pouco mais pelos lançamentos. A KTM mostrou aos malaios a Duke 200, que será montada em Manaus com peças de origem asiática.
A Duke 200 é fabricada na Índia pela Bajaj, empresa que desde 2007 detém 14,5% do capital da austríaca. No futuro haverá uma versão de 350 cc, para completar a linha Duke, que tem versões de 125, 200, 690 e 990 cc. No entanto, os europeus não terão o prazer de conhecer a 350, segundo os planos da KTM.

Fonte: Fast Motos

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Honda CBR 600F 2012 por R$ 33.000

Honda CBR 600F 2012 por R$ 33.000

A Honda aprensentará a CBR 600F 2012, versão semi-carenada da já consagrada CB 600F Hornet, o modelo será um dos destaques da Honda no Salão Duas Rodas, que acontece entre 4 e 9 de outubro no Anhembi (SP). A nova opção do motociclista brasileiro que gosta de encarar a estrada vem para completar a linha de 600 cc da marca. Ou seja, ser “a irmã do meio” entre a Hornet e a CBR 600RR.
Mas quais são as semelhanças e diferenças entre as duas versões – naked e carenada? Ambas compartilham do mesmo motor DOHC (Double Over Head Camshaft), de 16 válvulas, quatro cilindros em linha e 599,3 cm³, gerando uma potência máxima de 102 cv a 12.000 rpm e torque de 6,5 kgfm a 10.500 rpm. O propulsor é dotado de injeção eletrônica de combustível e arrefecimento a líquido. O motor transmite agilidade no trânsito urbano e é bastante competente em viagens de final de semana.
Na parte ciclística, mais coincidências. A suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico invertido “upside down” com bengalas de 41 mm de diâmetro e 120 mm de curso. Já a suspensão traseira é monoamortecida (monochoque), com regulagens de tensão e pré-carga da mola, e conta com 128 mm de curso.
Os freios e os pneus permanecem os mesmo tanto na versão naked, como no modelo touring. A versão utiliza freio dianteiro a disco duplo flutuantes, com cáliper de pistão duplo e diâmetro de 296 mm. Já o traseiro dispõe de disco de 240 mm e é acionado por cáliper de pistão simples. O que ainda não foi confirmado é se a Honda irá comercializar a CBR 600F com o sistema C-ABS, que distribui a frenagem e evita também o travamento das rodas. Mas, analisando o line-up da Honda, tudo indica que sim.
Comparando os dados técnicos entre as duas motos, as diferenças ficam por conta, obviamente, da semi-carenagem e da capacidade do tanque de combustível, que diminuiu – de 19 litros na Hornet passou para 18,4 litros na CBR 600F. A versão carenada pesa 206 kg, contra 200,4 kg da Hornet, ambas sem o sistema C-ABS.
Mercado competitivo
Hoje, as principais marcas do mercado brasileiro de duas rodas oferecem modelos com cilindradas que variam entre 600 e 650, vendidos nas versões com e sem carenagem. Faz parte deste seleto grupo a Kawasaki Ninja 650R, cuja versão naked recebe o nome de ER–6n; a veterana Suzuki Bandit, que também está disponível na versão S. Além das Yamaha XJ6 N (naked) e F (carenada). Portanto, a CBR 600F entra em um segmento promissor. Mais uma estratégia da Honda para aumentar ainda mais sua participação no mercado, que hoje ultrapassa 78%.
Outro fator que pesa a favor da vinda da CBR 600F são os próprios números de vendas registrados pela Hornet. A moto é líder do segmento naked, com 2.429 emplacamentos registrados entre janeiro e agosto, segundo dados da Fenabrave (federação que reúne os distribuidores de veículos). O modelo 2012 da naked da Honda, que chegou aqui menos de seis meses depois de seu lançamento na Europa, teve uma redução no preço sugerido pela fábrica. Agora, a versão standard custa R$ 30.800, enquanto a equipada com freios C-ABS sai por R$ 33.800. Podemos apostar, então, que a CBF 600F deverá custar algo em torno de R$ 33 mil, em sua versão básica.


Fonte: Fast Motos

KTM traz a Duke 125 para brigar pelo mercado de baixa cilindrada

Além de suas iniciativas de expandir sua liderança mundial em terreno offroad, a KTM aumentará seu foco em motociclistas mais novos. Disponível no 2º trimestre de 2011 (na Europa) a nova 125 Duke foi desenhada pelos mesmos engenheiros apaixonados que já deram ao mundo das motocicletas ícones de dinamismo como a Super Duke. Com a 125 Duke, eles agora desenvolveram uma motocicleta completa para motociclistas adolescentes. Ela é confiável, possui tecnologia de ponta, causando aquele prazer de andar em uma KTM com um preço competitivo e um design irresistível. Com esta mesma plataforma, mas motorização de 200cc, a pequena Duke chegará ao Brasil no final da temporada 2011.

No site Oficial da KTM Brasil ainda não consta o modelo, mas pelo que dis a notícia acima em breve será anunciada.

Fonte:KTM Brasil

domingo, 18 de setembro de 2011

Nova parceria


Tedioso: Os melhores links

Agora contamos com uma parceria de peso. O site tedioso.com o tedioso é um agregador de links onde é permitido divulgar conteúdos gratuitamente. Se vc tem um tempinho extra visite o Tedioso.com eu garanto que vc vai gostar.

Visite agora: http://www.tedioso.com/


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cuidado ao ultrapassar um caminhão

Hoje ao vir do serviço com minha moto (suzuki yes) encontrei um caminhão vazio a minha frente, e como todos sabem estes caminhões mesmo vazios não andam muito, e te obrigam ou a ultrapassá-los ou aguardar eles entrarem em uma rua vicinal.
Bom, o problema é o seguinte: ao ultrapassá-lo bateu um vento forte e levantou uma poeira com pedaçinhos de madeira, e eu estava com a viseira levantada, o que aconteçeu... encheu meus olhos de poeira e eu não consegui enxergar nada, me obriguei a frear bruscamente e parar.
Sérioo, fui obrigado a fechar os olhos e frear.
Apos o ocorrido sempre ao avistar um caminhão baixo a viseira para não voar nada nos olhos. Gostaria que vcs fizessem o mesmo, pois pode evitar um acidente sério.

Na foto um caminhão semelhante ao que eu ultrapassei.

Fiquem com Deus!

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

A História da Suzuki no Brasil


J TOLEDO DA AMAZÔNIA

Missão
Através do comprometimento de todos os nossos colaboradores com o processo de melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade, viabilizaremos o fornecimento de nossos produtos de forma que satisfaçam as expectativas de nossos clientes.

Visão
Viabilizar a consolidação da empresa no seu segmento de mercado, através da fidelização da parceria com nossos clientes.

Valores
Assegurar a qualidade da Suzuki Motos no Brasil e buscar garantir o desenvolvimento da empresa através da produtividade e rentabilidade, valorizando sempre o trabalho em equipe.

Histórico 
A J Toledo Suzuki Motos do Brasil é uma empresa 100% nacional que detém o direito exclusivo da marca, fabricação e comercialização das motocicletas Suzuki para todo o território brasileiro. A empresa conta com o apoio tecnológico da Suzuki Motor Corporation, instalada em Hamamatsu, no Japão.
Fundada em 24 de setembro de 1992, a J Toledo tem sua unidade fabril instalada no Pólo Industrial de Manaus e seu centro administrativo e de distribuição em Jundiaí, cidade do interior paulista localizada a 50 km da capital. Hoje, a empresa conta com mais de 400 colaboradores e produz 26 diferentes modelos de motocicletas e quadriciclos com a qualidade e garantia Suzuki.

Processo de Comercialização
Todo o processo de comercialização das motocicletas Suzuki, no Brasil, tem início com a vinda de suas partes e peças do Japão, pelo processo CKD (Completely Knocked Down - Completamente Desmontado). A fim de atender ao índice de nacionalização obrigatório e cumprir as normas do Processo Produtivo Básico (PPB), estabelecidas pela Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), na linha de montagem, são agregados às motocicletas componentes nacionais, sempre sob a orientação da Suzuki Motor Corporation.
Atualmente a linha Suzuki é composta por 26 diferentes modelos que representam todas as categorias motociclísticas: desde as clássicas custons de alta cilindrada, até as superesportivas de competição, passando por scooters, streets e, também, os quadriciclos. E para facilitar o acesso a essa linha de produtos foi criado, em 1999, o Consórcio Nacional Suzuki, com a segurança e garantia que só um consórcio de fábrica pode oferecer. 

Peças e Serviços
Atender ao público consumidor apoiada na qualidade de seus produtos e no pós-venda seguro é uma das principais preocupações da J Toledo. Para tanto, a empresa dispõe de um vasto e completo estoque mundial de peças originais de reposição e zela pelo atendimento personalizado bem como a prestação de bons serviços realizados nas Autorizadas por mecânicos treinados na própria fábrica.

Treinamentos
A J Toledo oferece a seus concessionários cursos de especialização mecânica. Periodicamente os funcionários são treinados na sede da J Toledo a fim de potencializar seu atendimento buscando a melhor relação com o cliente e a qualidade dos produtos. Sempre que uma nova concessionária é aberta, os colaboradores também são treinados para garantir o padrão de atendimento e qualidade Suzuki em todo o território nacional.

Equipe de Competições
Apoiar o esporte off-road sobre duas rodas é um compromisso que a J Toledo assumiu desde o início de suas atividades por meio do patrocínio de vários campeonatos em todo Brasil e da Equipe de Competições Suzuki/Petrobras. Formada por pilotos de ponta nas modalidades motocross e enduro, essa equipe está constantemente em contato com os pilotos de competições internacionais da Suzuki, a fim de trocar experiências e manterem-se sempre por dentro das últimas tecnologias em equipamentos. Este ano, a equipe conta com três pilotos da modalidade enduro e dois de motocross, que disputam os principais campeonatos brasileiros conquistando importantes títulos. O sucesso dessa equipe atraiu ao longo desses anos a participação de outras grandes empresas co-patrocinadoras desse projeto, como Petrobras, Pirelli e Banco Safra. 

Responsabilidade Social
Prezar pelos colaboradores também faz parte da filosofia da J Toledo. A empresa oferece cursos de segurança do trabalho e todo suporte necessário a fim de garantir o bem estar de seus funcionários. Mas o compromisso social da Suzuki do Brasil não pára por aí. Há mais de dez anos, a empresa firmou uma parceria com o Senac a fim de oferecer a formação técnico-profissional de jovens entre 14 e 17 anos. Por meio dos programas Menor Aprendiz e Educação para o Trabalho, os jovens passam meio período na empresa, fora do horário de aula, a fim de conhecer os diversos setores, serem ambientados no meio de trabalho e experimentarem vivências profissionais.

Responsabilidade Ambiental
Conforme a instrução normativa 127, de outubro de 2006, seguem os valores declarados de ruído na condição parado para fiscalização, conforme método descrito na NBR 9714. Clique aqui e visualize a tabela.

Parcerias
O sucesso alcançado pela J Toledo nestes mais de 17 anos de existência, foi possível graças à determinação e esforço de seus colaboradores e concessionários, que têm contribuído para que cada vez mais pessoas possam usufruir da qualidade e tecnologia de ponta das motocicletas Suzuki. Em 2009, a empresa se associou à Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), instituição que tem por objetivo divulgar, apoiar e defender as atividades e interesses relacionados ao setor motociclístico. Essa parceria visa fortalecer a marca de maneira a garantir a qualidade dos produtos e atendimento Suzuki.

Fonte: Suzuki

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Perguntas e respostas sobre a Suzuki Yes:


Perguntas e respostas sobre a Suzuki Yes:


A Suzuki é fabricada aonde?
R. Pelo contrário do que muitos pensam ela não é uma moto chinesa, é fabricada no Japão e montada no Brasil pela J. Toledo.

Há facilidade na aquisição de peças?
R. Sim, em todas as Concessionárias e nos grandes lojas de peças.

É uma moto durável?
R. Eu tenho uma ano 2008 e usando normalmente sem fazer rachas ou pilotagem perigosa, somente gastei com gasolina é óleo lubrificante.

Ela consome muito?
R. A média que os vendedores dão para os modelos anteriores a 2010 é de 35km/l. A tendência é ela ser mais econômica nos modelos mais recentes.

Qual o óleo recomendado?
R. Óleo Castrol 4 tempos

Qual sua velocidade máxima?
R. 120km/h mas pode variar conforme o amaciamento e peso do piloto.

Suas peças são mais caras?
R. Sim, pois até o momento só tenho o conhecimento da existência de peças originais.

É possível fazer tunning na minha Suzuki Yes?
R. Sim, existem peças prontas no mercado livre, mas deve ser autorizado pelo DETRAN para não descaracterizar o modelo e gerar uma multa mais futuramente.

Devo lavá-la sempre com xampu com cera?
R. O xampu é recomendado para uso intercalado com cera em pasta, pois a cera protege mais e o xampu é para manter encerado. O uso excessivo de cera pode acarretar o desgaste da tinta com o tempo.

Ela desvaloriza muito em relação as outras motos?
R. Em geral ela desvaloriza um pouco mais que as outras (Honda) mas se o cliente levar em conta os benefícios (Aro de liga, partida elétrica, injeção eletrônica, Suspensão a gás) o vendedor pode pedir o mesmo valor da Honda.

domingo, 4 de setembro de 2011

Veja o valor das principais peças da Suzuki yes

Antes de comprar um motocicleta é sempre bom termos conhecimento de quanto sai duas peças, pois em caso de uma troca podemos nos surpreender com o valor cobrado por elas.
A seguir colocarei o valor de algumas peças do modelo Suzuki Yes, retirados do site Mercado Livre, por ser um site conhecido e que todos tem acesso:

Tanque da Suzuki Yes: R$250,00
Fonte
Farol Completo R$35,00 - marca Pro Steel
Fonte
Pisca Original R$ 16,80
Fonte
Bateria Original - Marca Yuasa R$230,00

Agora olhe o preço do farol da Honda Fan:
Farol Importado R$27,99



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

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Valeu!!!

Conheça a Honda VTR

Na foto modelo lançado no Japão.
Por aqui os motociclistas brasileiros aguardam ansiosos pela substituta da aposentada CBX 250 Twister, a naked de 250cc da Honda. Enquanto isso, no continente europeu a marca japonesa apresentou nesta semana a nova VTR 250 versão 2009 para incrementar ainda mais o mix de produtos na categoria, tão popular além mar quanto cá no Brasil. 

Isso porque em alguns países europeus a habilitação para motocicletas tem diversos níveis, restringindo o uso de determinada cilindrada. Uma dessas habilitações permite pilotos jovens e sem muita experiência guiarem motos de até 250 cm³. 
Embora nova na Europa, a VTR 250 já tem uma bem-sucedida trajetória no Japão, onde seu desempenho esportivo, facilidade de condução e confiabilidade fazem dela a líder na categoria de um quarto de litro. O motor de dois cilindros em “V” nasceu na VT 250F de 1982. Depois de muitas atualizações, mantendo sempre a mesma arquitetura, foi montado na primeira VTR 250 em 1997.

O grande diferencial do modelo em sua primeira versão foi o quadro em treliça. Desde então a VTR 250 atraiu motociclistas jovens e iniciantes por sua facilidade de pilotagem. Reestilizada e atualizada para 2009, a VTR 250 faz sua estréia no continente europeu em um momento em que seus atributos são muito bem-vindos. Já que o transporte de duas rodas está ganhando cada vez mais espaço no velho continente como uma maneira prática e econômica de se locomover. 

A proposta da VTR 250 é ser uma moto prazerosa e de fácil pilotagem. A pequena naked esbanja estilo e certo ar de exclusividade devido ao motor em V e o quadro treliçado. 

Motor

A unidade motriz da renovada naked de 250 é um bicilíndrico em V a 90 graus com duplo comando no cabeçote e arrefecimento líquido. Ela ganhou o moderno sistema de injeção de combustível PGM-FI da Honda para um funcionamento suave e também para proporcionar torque desde as baixas rotações. O motor V2 oferece 29 cv de potência máxima a 10.500 rpm, além de torque máximo de 2,24 kgf.m a 8.500 rpm.
Em conjunto com o câmbio de cinco marchas, a VTR 250 promete conforto e economia de combustível. Fazendo dela uma moto ideal para o dia-a-dia e também para viagens no final de semana. 

Ciclística

O estilo da pequena VTR é marcado pelo seu quadro de aço em treliça, que lembra muito as italianas Ducati. Facilitando a pilotagem dos inexperientes o banco está apenas a 77 centímetros do chão. Para agüentar os trancos das vias a suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico com 117 mm de curso e a traseira conta com único amortecedor de 125 mm de curso. A suspensão traseira ainda traz ajuste da pré-carga da mola.
Estabilidade também não será problema para a VTR, ao menos na teoria. As rodas de liga-leve são calçadas com pneus sem câmara, nas medidas 110/70 – 17, na dianteira, e 140/70 – 17, na traseira.

Os freios da VTR 250 merecem destaque. O avantajado disco dianteiro tem 296 mm de diâmetro e é mordido por pinça de pistão duplo. Na traseira, a VTR também usa freio a disco de 220 mm acionado por pinça de pistão simples.

Preço competitivo

Recém lançada na Europa, a nova VTR 250 custa 4.699 Euros na Espanha e estará disponível a partir de maio nas revendas hispânicas. Só para comparar: a nossa aposentada Twister é vendida em Portugal com o nome de CBF 250 por 4.430 Euros. 

Pouca diferença se levarmos em conta o motor V2, o estilo mais moderno e o freio a disco na traseira da VTR. Bem que a VTR não seria uma má opção para os fãs de Twister no Brasil, ainda mais se o preço fosse semelhante. 
Mas a assessoria de imprensa da Honda tratou de frustrar as esperanças dos órfãos da Twister e prontamente respondeu nossas indagações por e-mail: “não há previsão do modelo VTR 250 vir para o Brasil”.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Yamaha TZR50 - A esportiva para crianças


Sinta a potência do motor de 50 cc a 2 tempos com refrigeração líquida. Da mesma forma, desfrute da suavidade da caixa de 6 velocidades. Os pneus de 17 polegadas permitem uma condução em curva desportiva e agressiva, enquanto a forquilha telescópica dianteira e a suspensão traseira com mono-amortecedor proporcionam uma verdadeira manobrabilidade de supersport. Por outro lado, os grandes travões de disco à frente e atrás proporcionam o tipo de travagem que seria de esperar de uma moto de alta performance.
A atenção aos pormenores é verdadeiramente minuciosa. Possuindo jantes em liga leve, um escape desportivo e uma carenagem aerodinâmica, incluindo faróis "olho de raposa", a TZR50 parece uma autêntica moto supersport.

Detalhes

Carenagem aerodinâmica ao estilo da série R
Motor de 50 cc a dois tempos com refrigeração líquida
Eficiente caixa manual de 6 velocidades
Pneus de 17 polegadas e grandes travões de disco à frente e atrás
Assento duplo com pega e apoios de pés retrácteis
Conta-rotações analógico e painel de instrumentos digital

Sem dúvida é um grande presente para o dia das crianças! 

Ela é vendida em Portugal.


Fonte: http://www.yamaha-motor.pt/pt/produtos/motociclos/50cc/tzr50.aspx

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