sábado, 30 de outubro de 2010

Yamaha da Colômbia apresenta a nova YBR 125 SS





A Yamaha da Colômbia apresentou recentemente o seu mais novo modelo de moto esportiva urbana de baixa cilindrada, a YBR 125 SS.

Mais informações link:

http://www.revistamundomoto.com.br/index.php?p=noticias&n=920

Fonte: Pequenas Notáveis

Suzuki yes com farol duplo

Modificações:
-farol duplo
-piscas menores
-disco duplo na dianteira
-disco na traseira
-monoshock
-espelhos feios pra cacete
-spoiler no motor
-reloginho bagaceiro atrás do cilindro
-escape do lado da rabeta
-semi-guidons
-capinha no painel
-lanterna socada
-pedaleiras de alumínio

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Honda Lead 110 2011

Assim como nos setores de carro os modelos de 2011 ainda não estão recebendo total atenção, no mundo das motos também é um pouco complicado entender o que as montadoras estão tentando fazer em cada um de seus modelo. A economia e a beleza não são apenas duas coisas que estarão presentes nos modelos atuais, assim como a Honda Lead 110 2011.

A Honda Lead 110 tem conseguido um bom espaço no nosso mercado, grande parte pelo fato de ser equipada com injeção eletrônica de combustível, transmissão automática CVT e porta objetos com capacidade para dois capacetes.

Veja a nova XRE 300 2011

O que muitas pessoas estavam esperando da Honda, finalmente aconteceu. A nova XRE 300 2011 foi lançada para que as pessoas possam encarar o dia a dia da cidade e nos fins de semana pegar trilhas leves. Ela suportará muito bem todos os obstáculos com facilidade e sem que nada estrague.
Provavelmente será lançada apenas no fim deste ano, pois a empresa ainda espera vender muito dos seus modelos lançados para 2010.

Foto da Nova Honda Fan ESI 2011

Ja vazou na internet a nova Honda Fan ESI 2011, detalhes sobre a mecânica ainda são uma incógnita, mas espera se que o preço seja por volta dos R$6.600.
Confira abaixo a foto da moto:

De acordo com a imagem parece que vai ter freio a disco como novidade.

Americano constrói moto com pele e crânio de jacaré

O norte-americano Jim Jablon, de 45 anos, decidiu rifar sua ‘moto jacaré’, que alcança até 120 milhas por hora (193 km/h), para levantar dinheiro para um centro de reabilitação de animais selvagens que ele mantém em Hernando, no estado da Flórida (EUA).

A moto chamada de “GatorBike” conta com a pele e o crânio de um jacaré que foi abatido pelas autoridades estaduais. O centro comandado por Jablon resgata animais de estimação exóticos que sofreram abusos de seus donos e os coloca de volta na natureza.

Jablon gastou cerca de R$ 150 mil para criar a “moto jacaré”. Os números da rifa estão sendo vendidos a US$ 100 (cerca de R$ 187) cada um.

Foto da ''Maquinaria''
 Fonte:Pequenas Notáveis

Yamaha faz RECALL da Fazer 250 e Fazer 250 LE

A Yamaha Motor da Amazônia anunciou nesta segunda-feira (25) um novo recall das motocicletas Fazer 250 e Fazer 250 Limited Edition.

Os proprietários devem procurar uma concessionária autorizada para fazer a substituição de componentes da suspensão traseira.

Confira os chassis das motos em recall:
Fazer 250 ano/modelo 2006 a 2008: 9C6KGO17060000001 a 9C6KG017080119994.
Fazer 250 Limited Edition ano 2008: 9C6KG027080000001 a 9C6KG027080005100.

[Tutorial] Passo-a-passo para colocar XENON em motos

O que precisamos?

- Kit Xenon;
- 2m de fio para instalação;
- Estator rebobinado e retificador de corrente mais potente para aguentar a nova amperagem;
- Botão de liga e desliga;
- Relé auxiliar;
<-- Bateria de no mínimo 7ah (Twister/Falcon...).

Explicação breve:

As pequenas, como a titan e todas as outras que tem uma bobina para a parte de sinaleira e farol, ou seja, só ligam o farol com o motor ligado e conforme a aceleração ele fica mais forte ou mais fraco necessitam da rebobinagem de seus estatores pois para colocação do kit xenon está modelo não pode ser usado, por produzir corrente alternada e o kit necessita de corrente continua, ou seja, ligado diretamente na bateria. Por este motivo na Twister e todas as outras motos que não precisam do motor ligado para o funcionamento do farol e sinaleiras a instalação do kit é plug and play.
A corrente que as pequenas geram não é suficiente para recarregar o que que o xenon junto com o resto da elétrica consome, por este motivo o estator terá de ser rebobinado para suprir essa nova demanda.

Processo:

Rebobinar o estator e confeccionar um novo regulador de corrente para podermos carregar a bateria com a nova demanda. O estator virá carregando bem mais, e o que limita isso é o novo regulador, que usará a amperagem da bateria para mandar o que ela precisa para ser carregada, logo se tem uma bateria de 7ah, o regulador mandará 7ah para carregar a mesma e não fritar ela. Se for uma bateria de 8ah será a mesma coisa, e assim por diante. Só pra terem uma idéia, depois de rebobinado meu estator ficou carregando até 10,7ah, mas como minha bateria é de 7ah o regulador manda exatamente isso, podendo aumentar a amperagem da bateria até os 10ah sem problemas!

Instale o novo estator e o retificador conforme instruções da pessoa que fez o serviço, no meu caso só troquei um pelo outro, simples assim!

Para instalação do kit xenon proceda da seginte maneira:

- Instale o relé auxiliar (4plugs) pegando o sinal de pós ignição do de qualquer fio da elétrica que funcione apenas depois da chave ligada. No meu caso utilizei o sinal do fio do STOP do pedal do freio traseiro, mas pode ser da buzina, piscas ou qualquer outro que funcione só com a chave ligada, não o motor. ligue o relé no positivo e no negativo da bateria conforme indicação no mesmo e ligue o último fio que será o positivo de kit xenon e irá até o plug do soquete original substituindo o positivo do farol baixo;
- Retire a lâmpada halogena do farol, no lugar coloque a lampada do kit XENON;
- Plugue o soquete original no kit xenon e pronto!

Desta maneira você terá o kit funcionando ao virar da chave, como é o modelo original da CG Titan 150cc. Como o kit puxa muita corrente nos primeiros 10 segundos, e que geralmente é o intervalo de tempo que se dá a partida, esses dois processos juntos pesam na bateria e a mesma pode descarregar se a pessoa costuma ligar e desligar a moto várias vezes em um dia, para evitar que isso acontecesse eu adaptei um botão de liga e desliga de farolete na tampa lateral esquerda da moto e fiz a ligação diretamente no fio do sinal do stop, antes de chegar no relé. Desta maneira você corta o sinal do positivo para o relé que é o que manda o sinal para ele ligar ao girar da chave, ficando este botão encarregado disso. Assim você pode desligar o xenon para poder dar a partida ou simplesmente por desligar e ligar na hora que quiser.
Você também pode comprar os comando do lado esquerdo da twister, que tem o botão de liga e desliga do farol ou adaptar da forma que quiser, caso sua moto não tenha o mesmo, no caso da Titan 150cc.

Basicamente é isso, ficando a criatividade de cada um para adaptar da melhor forma possível ou desejável.

Editarei depois com as fotos da minha ligação.

Espero que aproveitem as dicas e mãos a obra!

Tutorial cedido por http://www.nuautocustoms.com/forum/

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Veja o incrível Triciclo elétrico



Com 8,4 metros de comprimento e com três rodas esta “máquina” elétrica pode chegar a 80 KM/h facilmente e percorrer até 30 quilômetro sem precisar recarregar as baterias, o que é um grande feito se tratando de um triciclo.
Fonte: http://www.draxrio.com/

domingo, 17 de outubro de 2010

Yamaha é o melhor negócio de 2010 em 5 categorias





Parece que ela está cada vez melhorando mais e ampliando seus horizontes, e isso é muito bom, pois quem tem mais a ganhar com isso somos nós, consumidores.

Fonte: Revista Motociclismo

Se gostou da reportagem favor votar clicando na imagem abaixo:

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Face Motors - Rede social para carros e motos

OLHA SÓ GALERA, ESTÁ NO AR UM NOVO SITE DE RELACIONAMENTO!
VOLTADO AOS AMANTES DOS CARROS, MOTOS E OUTRAS "MÁQUINAS".
VOCÊ SE CADASTRA GRATUITAMENTE, MONTA SUA GARAGEM VIRTUAL COM ÁLBUNS DE FOTOS DAS "MÁQUINAS" QUE TEM, TEVE OU GOSTARIA DE TER; ADICIONA AMIGOS, CRIA E PARTICIPA DE COMUNIDADES, MONTA SEU MURAL DE ADESIVOS E ETC.
O FACEMOTORS É UMA REDE SOCIAL ABERTA, DEMOCRÁTICA E DIVERTIDA.
VALE A PENA CONFERIR !!!!

KTM lança Duke 125 visando público jovem

KTM lança no salão de Colonia Intermot 2010 o modelo KTM Duke 125. O objetivo da Duke 125 é atrair jovens motociclistas para a marca austríaca. “Não tínhamos um modelo de entrada. Com a nova moto, queremos trazer os jovens para a marca KTM”, declarou Michael Rebler, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da nova Duke 125.
Com um visual bastante moderno, com direito a farol excêntrico e quadro tubular, a Duke 125 terá ainda diversos equipamentos de fábrica para ser personalizada.
Mas o que mais se destaca do lançamento da KTM Duke não é a estética e sim a potência que desenvolve, pois a moto é equipada com motor  de um cilindro, 124,7 cc e refrigeração líquida, a pequena austríaca terá 15 cavalos de potência máxima a 10.500 rpm – desempenho respeitável para um motor com essa capacidade, comparada com a brasileira Intruder 125 que desenvolve 12,5 cavalos e superando até a campea de vendas Honda CG Mix 150 que tem 14,2cavalos, alias o motor da KTM será com duplo comando de válvulas no cabeçote e alimentada por injeção eletrônica, a Duke 125 terá câmbio de seis marchas e embreagem com acionamento hidráulico.
Será a moto com motor mais potente da categoria superando com apenas 125cc as motocicletas de cilindradas maiores como as 150.
Confira abaixo a foto de perfil:



Fonte: http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/ktm_lanca_125_para_atrair_jovens_consumidores-33248.html

domingo, 10 de outubro de 2010

Os melhores escapamentos para Kawasaki Ninja 250

Fiz uma pequena coletânea com os melhores roncos da kawasaki ninja 250 por diversas marcas de escapamentos , espero que gostem dos vídeos e deixem sua opinião de qual mais gostou nos comentários.
As marcas escolhidas foram Coyote, X-race, WWR, Hurricane.

Xrace


Hurricane


Coyote black five

A nova versão do antigo RS5 que ja era apavorante, agora ficou mais potente ainda, fazendo o som parecer um helicóptero. Esse foi o melhor ronco de todos na minha opinião.

WWR Extreme


Você encontra estes escapamentos no Mercado Livre (http://www.mercadolivre.com.br/)mas não se esqueça de antes fazer uma pesquisa de preços usando o Buscapé (http://www.buscape.com.br/).

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Os três melhores alarmes para motos

Quitada a moto, agora passamos para mais um passo importante na vida de sua motocicleta, a escolha do alarme, pois quem suou para pagar sua moto sabe o quanto ela vale e é importante.
Após uma ampla pesquisa que fiz nos maiores fóruns da Internet e sites especializados pude perceber não um mas sim três alarmes que se destacam por sua eficiência na proteção da sua tão amada motocicleta.
Eis os três escolhidos como os melhores:

Car System: (http://www.carsystem.com/)
O mais caro.
Rastreia e bloqueia  e emite sinal sonoro, rastreia por  GPS em todo o Brasil.
Prós: eficiência inigualável, localização muito eficiente.
Contras: preço e mensalidade cara



Positron G4: (http://www.positron.com.br/) O mais popular. Bloqueia o motor de arranque e emite sinal sonoro afugentando o possível ladrão. Tem o menor módulo da categoria e tem um consumo de energia muito baixo, evitando assim transtornos como falta de energia na bateria da motocicleta.
Prós: preço (por volta de R$150 a R$230,00), sem mensalidade.
Contras: nada

 Locator One: ( http://www.locatorone.com.br/alarmebloqueadormoto.php) O melhor custo-benefício.
- Funções de alarme e de bloqueador em um só produto;
- Alarme de Movimento;
- Bloqueio automático, após desligar a moto;
- Bloqueio por Telefone - se roubarem a moto em trânsito, o proprietário liga para o bloqueador e corta o funcionamento do motor;
- Acionamento de setas e a sirene de voz, simultaneamente ao corte de combustível;
- Aviso por Telefone: se tentarem roubar a moto parada, o alarme bloqueador avisa o proprietário pelo telefone;
Prós: 
- Envio dos comandos pelo teclado de qualquer telefone;
- Permite bloqueio da moto de qualquer lugar;
- Módulo resistente à água e super compacto;
- Baixo consumo em standby 0,02 A;
- Bloqueio progressivo de acordo com normas e regulamentos oficiais;
- Possui senha de acesso, impedindo que ligações erradas ou enganos tenham efeito sobre o equipamento;
- Bloqueio completo ou silencioso com resposta do status do equipamento.
Contras:
 Preço um pouco salgado (por volta dos R$350,00)

Se você conhece mais algum modelo que ache eficiente e quer que ele apareça aqui, ou quer deixar alguma crítica a algum dos modelos acima citados comente, seu comentário é muito importante, mas lembre-se de não ofender, xingar ou discriminar ninguem pois seu comentário será apagado.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Cuidados ao fazer Tunning e transformações na sua motocicleta

Hoje apos receber um email sobre como transformar uma intruder em uma chopper entrei em contato com o CFC ( Centro de formação de condutores) e o pessoal me falou que se a mudança for muito radical corre o risco de ser multado por descaracterização do veiculo, e que toda modificação que for feita na sua moto ou carro deve ser consultado o DETRAN pois se descaracterizar o veiculo (mudar muito o modelo ate o ponto que já não lembre mais o modelo original) vai gerar multa se passar por algum policial na estrada.
Fica dada a dica, fiquem espertos pois a multa é alta.

Politica de Privacidade do Blog da Suzuki Yes

Informações que coletamos e como as utilizamos

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Esta Política de Privacidade pode ser alterada periodicamente. Esta Política de Privacidade não reduzirá os seus direitos sem o seu consentimento explícito. Publicaremos todas as alterações da Política de Privacidade nesta página e, se as alterações forem significativas, colocaremos um aviso com mais destaque, incluindo, para alguns serviços, notificação por e-mail das alterações da Política de Privacidade. Também manteremos as versões anteriores desta Política de Privacidade arquivadas para você visualizá-las.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Manual de Revisão Pós Trilha



Quem pratica esportes em geral sabe que o equipamento em dia é condição essencial para um bom aproveitamento e até segurança.

Isso inclui seu equipamento de segurança, você mesmo (condição física e mental) e é claro, a moto.



A moto, quando utilizada de forma esportiva, é mais exigida. Isso tende a desgasta mais seus componentes, que uma condução normal no trânsito. Esse desgaste é mais acentuado no fora de estrada, pois as suspensões são mais forçadas. O motor trabalha em regimes mais elevados. Além disso, poeira e lama infiltram-se em partes móveis, acentuando os desgastes.

Por isso, é fundamental revisar a moto após cada trilha, pois além de garantir sua segurança, a moto não vai te deixar na mão e estragar o passeio.

Levar a moto a um mecânico toda semana acaba onerando ainda mais a prática do off-road, embora seja necessária a revisão da moto, pelos motivos já mencionados.

Mas muita coisa pode ser feita em casa mesmo, bastando o piloto ter ferramentas e uma noção de mecânica.


Guia de Manutenção: Manual de Revisão Pós Trilha
Com a moto ainda suja (barro ou lama) é possível verificar se há vazamentos. É que a lama, com o tempo evapora a água e fica somente o barro seco na moto. Mas se há óleo junto, ela não seca. Então procure por barro ainda úmido nos locais onde há juntas e retentores, como nas bengalas, junta do cabeçote, junta cilindro, coletor de admissão. Achando o vazamento, anote para lembrar depois onde é o local e fazer uma verificação quando for revisar a moto.

Proceda a lavação da moto da forma que lhe convém. Mas procure usa produtos neutros, específicos para lavar veículos. Produtos de limpeza pesada (limpa baú, solupan, etc), acabam atacando vernizes e zincados, fosqueando a moto toda. Se usar aparelhos de água pressurizada, evite apontar o jato de água próximo a partes móveis, como caixa de direção, eixo da balança (e seus links) e cubos de roda. Além do jato forte retirar a graxa desses locais, pode empurrar sujeira para dentro, que acaba reduzindo a vida útil de rolamentos e buchas.

Após a moto limpa e seca, é hora da revisão.

Eu costumo dividir a moto em três seções para fazer a revisão. Traço uma linha imaginária separando a suspensão e freio dianteiros e uma separando a suspensão e freio traseiros. Entre as linhas, fica a segunda seção, que engloba motor, chassis, filtro de ar, escapamento e a parte elétrica (ignição, partida e iluminação).

Primeira Seção

Pneu: Com a moto sobre o cavalete (a roda dianteira suspensa), comece verificando o estado do pneu. Procure por rachaduras na carcaça do pneu, ou objetos presos à ele, como pregos e pedras. Veja também o desgaste do pneu. A calibragem do pneu é muito importante, mas não adianta calibrar e deixar a moto parada o resto da semana, por que irá perder pressão. A calibragem deve ser feita no momento em que se vai para a trilha, com o pneu ainda frio. Mas como a moto vai ficar parada pelo menos uma semana, eu calibro o pneu com mais pressão que normalmente uso nas trilhas, para que o peso da moto não deforme o pneu.

Roda (Aro): Gire a roda e verifique se há amassados ou trincas. Também veja o alinhamento. Nos dois primeiros casos, a troca do aro é inevitável. Já quanto ao desalinhamento, é possível voltar a centralizar a roda, quando esse empeno não for muito grande. Leve a roda a um mecânico para diagnosticar.  
Raios: Procure por raios quebrados ou tortos. Verifique também se há raios frouxos. Para isso, bata com uma chave de fenda em cada raio. Se estiver apertado, o raio vai reverberar. Se estiver frouxo, o som será de uma batida “seca”. Os raios frouxos devem ser apertados. Mas cuidado! Não aperte muito um raio só, por que isso vai desalinhar a roda. O correto é ir apertando um raio de cada vez, aos poucos.
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Rolamentos: Force um pouco a roda contra as bengalas (lateralmente) para verificar se há folga nos rolamentos da roda. Se tiver folga, troque-os. Os rolamentos de roda normalmente vêm blindados dos dois lados. Eu retiro a blindagem do lado interno do relamento (lado do rolamento que fica para dentro do cubo) para fazer a troca da graxa a cada 3 usos da moto. Lave o rolamento com querosene para retirar a graxa e aplique graxa nova específica para rolamento. Não lave o rolamento com água e se usar ar comprimido para seca-lo, não o deixe girar em seco.


revisao-pos-trilha-04.jpg
Freio à Disco: Verifique o estado das pastilhas de freio, quanto a rachaduras no material ou desgaste. Consulte o manual de proprietário da moto para saber qual o limite de uso das pastilhas. Com uma lixa de ferro sobre uma área plana (um vidro, por exemplo) lixe as pastilhas até tirar toda a sujeira. Ele deverá ficar com uma coloração marron clara. Lixe também o disco, transversalmente, da borda para o centro. Verifique a integridade do flexível de freio. Verifique o nível do fluído de freio no reservatório. Caso necessário completar o nível, use o mesmo fluído que já existe. Evite misturar fluídos hidráulicos de fabricantes diferentes.
Freio à Tambor: Se sua moto tiver freio a tambor, lixe as lonas de freio (sapatas) e o cubo da roda. Passe um ar comprimido para retirar o pó a acumulado das lonas de freio. Evite respirar esse pó. Muitas lonas são feitas à base de amianto, produto altamente cancerígeno. Verifique o desgaste das lonas e substitua se estiver abaixo do limite indicado pelo fabricante da moto. Um par de sapatas de freio custa pouco. Se insistir em usar lonas desgastadas, poderá danificar o cubo, o que custará bem mais para consertar.
Verifique o cabo do freio, principalmente nas extremidades, se há fios de aço quebrando. Caso positivo, troque o cabo. Verifique a integridade da capa (de plástico) do cabo. Se estiver rasgado, entrará sujeira e o cabo ficará pesado. Se isso ocorrer e o cabo (de aço, interno) ainda estiver bom, passe uma fita isolante na capa para cobrir á área exposta. Se o cabo estiver pesado, na maioria das vezes é possível recupera-lo (veja no item “cabo de embreagem”). Regule o cabo a seu gosto de pilotagem.

Caixa de Direção: Gire lentamente o guidão para os dois lados. Preste atenção se há resistência quando a direção está em linha reta. Isso é sinal de desgaste na coroa do rolamento. Caso positivo, troque os rolamentos. Quanto a graxa, costumo substituir a cada 6 trilhas, pelo menos. Com as duas mãos nas bengalas, force-as para frente e para trás para verificar se há folga na caixa de direção. Se houver, faça o reaperto. Para isso, solte o parafuso central e os parafusos da mesa superior, pois apertando a porca do rolamento, a mesa irá descer.

Bengalas: Verifique se há vazamentos nos retentores. Verifique se as bengalas estão alinhadas. Verifique o estado do cromado dos tubos internos. Troque o óloeo entre 25 a 60 horas de uso, dependendo do uso da moto (cross, trilha, enduro) e da qualidade do óleo usado.

Segunda Seção
A segunda seção engloba muitos componentes e são os que mais exigem experiência em mecânica.

Filtro de Ar: Limpe-o, a cada trilha. Verifique sua estrutura. Se verificar que há furos, rasgos ou deterioração, troque-o  Não esqueça de limpar também a caixa do filtro.

Vela de Ignição: Retire a vela e limpe-a. Regule o eletrodo lateral conforme indica o manual do proprietário da moto. Normalmente é entre 0,7 e 08mm. Nos motores dois tempos, há acúmulo de carvão ao redor do eletrodo. Com uma ferramenta pontiaguda, raspe o carvão, tendo cuidado para não quebrar o isolante.

Escape: Verifique se não há vazamento de gases na janela de escape, e na junção com a ponteira. Se a ponteira estiver muito barulhenta, troque a lã de vidro. A maioria das ponteiras tem as tampas rebitadas ou parafusadas, o que facilita a abertura para a troca da lã. Veja também se o escape não está muito amassado ou com trincas.

Carburador: A limpeza  do carburador é necessária após cada trilha. O serviço requer experiência mecânica mais avançada, principalmente nos carburadores de motos 4 tempos, por causa da regulagem mais elaborada da mistura ar/combustível.

Cabo do Acelerador: Verifique o cabo de aço, principalmente nas extremidades, se há fios de aço quebrados. Caso positivo, troque o cabo. Verifique a integridade da capa (de plástico) do cabo. Se estiver rasgado, entrará sujeira e o cabo ficará pesado. Se isso ocorrer e o cabo (de aço, interno) ainda estiver bom, passe uma fita isolante na capa para cobrir á área exposta. Se o cabo estiver pesado: veja o procedimento no item “cabo de embreagem”. Regule o cabo, deixando uma folga de 2 a 3mm. Com a moto ligada em marcha lenta, vire o guidão para os dois lados. Se a aceleração aumentar, a folga deverá ser maior ou o cabo poderá estar passando pelo local errado.

Torneira de Combustível: Verifique a “dureza” no acionamento da torneira. Limpe o filtro interno e se necessário, desmonte toda a torneira para uma limpeza. Verifique a vazão  da torneira .

Coletor de Admissão: Verifique a integridade do coletor. Se estiver ressecado ou trincado, troque-o.

Palhetas de Admissão (motores 2 tempos): O bom estado das palhetas é primordial para o bom desempenho da moto. Retire a válvula das palhetas e verifique se elas estão fechando bem, se não há trincas ou esteja faltando partes.

Sistema de Arrefecimento (motos refrigeradas à água): Verifique a fixação do(s) radiador(res), o estado da colméia e da tampa. Verifique o estado das mangueiras e se estão bem fixadas. Verifique se o vaso de expansão não tem rachaduras. Verifique o nível da mistura água/aditivo. Se necessário complete usando aditivo na proporção indicada pelo fabricante da moto.

Óleo do Motor: Por ser mais exigido óleo deve ser trocado com mais regularidade (a cada duas trilhas nas motos 4 tempos e a cada 6 trilhas nas motos 2 tempos). Verifique o nível e a coloração. Complete se necessário, com o mesmo tipo de óleo. Se estiver com a cor marron clara ou bege, é sinal que pode estar entrando água pelo respiro do cárter, ou pelo sistema de arrefecimento (nas motos refrigeradas a água). Mas muitas vezes isto acontece pelo choque térmico do motor estar quente e passar por um riacho com água muito fria, por exemplo. O choque faz com que o ar aquecido que está dentro da caixa de câmbio se condense, formando água.

Válvula de Escape (motores 2 tempos): Verifique o funcionamento e o estado da válvula de escape. Se for eletrônica, verifique o estado e a regulagem dos cabos de acionamento e a integridade do servo-motor.

Cabo de Embreagem: Verifique o cabo de aço, principalmente nas extremidades, se há fios de aço quebrado. Caso positivo, troque o cabo. Verifique a integridade da capa (de plástico) do cabo. Se estiver rasgado, entrará sujeira e o cabo ficará pesado. Se isso ocorrer e o cabo (de aço, interno) ainda estiver bom, passe uma fita isolante na capa para cobrir á área exposta. Se o cabo estiver pesado: Com ajuda de uma seringa, insira óleo bem fino (baixa viscosidade, como óleo 2 tempos, por exemplo) no cabo até que saia óleo limpo na outra extremidade do cabo. Além do cabo ficar bem mais leve, a vida útil é prolongada. Regule o cabo a seu gosto de pilotagem.

Elétrica: Verifique o estado dos chicotes elétricos e dos terminais. Isole todos os terminais com fita isolante para evitar que a sujeira interfira na condução da energia. Verifique se os componentes (CDI, Regulador/Retificador de voltagem) estão bem fixos na moto. Se a moto tiver bateria, verifique o nível de água (se for necessário completar, use água destilada, vendida em farmácias). Se possível, teste a voltagem e a amperagem da bateria. Veja se os terminais da bateria não estão oxidados. Verifique se as lâmpadas estão funcionando.

Chassis: Inspecione o chassis procurando por trincas e quebras.

Após a moto toda revisada, ligue o motor e preste atenção a ruídos estranhos. Se constatar algo irregular, procure um mecânico de confiança.

Descarbonização (motores 2 tempos): Não vamos adentrar neste assunto, pois exige mais conhecimento mecânico.

Regulagem de Válvulas (motores 4 tempos): Não vamos adentrar neste assunto, pois exige mais conhecimento mecânico. 
 
Terceira Seção
Roda, Pneu e Rolamentos: Faça as mesmas inspeções e procedimentos conforme descrito para a roda dianteira

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Balança: Inspecione a balança procurando por trincas e quebras. Force a balança para os lados para verificar se há folga nas buchas. Se houver, troque-as. Retire a balança limpe-a e coloque graxa nova a cada 4 trilhas.



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Links: Com a roda traseira suspensa, tente levantar a roda com as mãos (forçando para cima) e verifique se há folga nos rolamentos/buchas dos links. Se houver, troque-os. Retire os links limpe-os e coloque graxa nova a cada 4 trilhas.

Amortecedor: Veja se há vazamento de óleo. Verifique a fixação do amortecedor e o estado das buchas onde passam os parafusos de fixação.

Freio: Faça as mesmas inspeções e procedimentos conforme descrito para o freio dianteiro (à disco ou à tambor).

Kit Corrente: Limpe bem a corrente usando querosene e um pincel. Se for retirar a corrente da moto, marque a posição dela, pois ela desgasta em conjunto com o pinhão e a coroa. Se colocar em outra ordem, o desgaste será mais rápido. Verifique o desgaste do kit. Regule e lubrifique a corrente.

Reaperto Geral: Verifique o aperto de todos os parafusos visíveis da moto.
 
 

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