domingo, 30 de maio de 2010

Nome aos tombos de motocileta



Não ria, porque em trail quem ri por último ri... sem dentes
Texto: Geraldo Tite Simões*
Fotos: Renato Takahashi
(27-05-10) – Quem pratica fora-de-estrada sabe que os tombos são inevitáveis. É tudo uma questão de tempo. Basta pôr a moto na terra e quem ainda não caiu acaba caindo. Portanto, se algum amigo seu cair, não ria, porque em trail quem ri por último ri... sem dentes.

Tombos são como imagens de caleidoscópios, nunca se repetem. Eles podem ser parecidos, mas um tombo nunca é igual a outro. Existem os tipos de tombos que são comuns e podem acontecer mais de uma vez com o mesmo motociclista até que um dia ele aprende.

Para os iniciantes, anteciparemos os tipos de tombos mais comuns, a forma de evitá-los (a profilaxia), e como fazer o tratamento "pós-queda". Aos mais experientes, a relação serve como um guia para anotar quantos tombos já levou com as características mencionadas.

Vasectomia - Um tombo muito comum de acontecer com proprietários de Honda XLX 250R ou 350R. O piloto se aproxima de um obstáculo, como um tronco ou uma valeta. Para transpô-lo basta dar uma aceleradinha, levantar o guidão e a roda dianteira salta. Mas com as Honda 250 e 350 isso, às vezes, não acontece. O piloto se aproxima do obstáculo, dá uma aceleradinha e a moto faz "GASP!", desligando o motor. A roda dianteira bate em cheio no tronco ou enterra no buraco, e o piloto é arremessado para frente, batendo com suas partes baixas no tanque de gasolina ou no bocal do tanque.

Profilaxia: usar a embreagem com o acelerador para elevar o giro e evitar a engasgada.
Tratamento: uma semana internado numa clínica de terapia de traumas sexuais, com projeção de filmes especiais e uma série de incentivos para o Bimbo voltar a funcionar.

Cata Cavaco (ou Cercando a Franga) - Tombo comum entre os apressadinhos. Tudo começa com uma trilha ideal para abrir o gás, mas desconhecida pelo piloto. De repente, aparece um morrinho perfeito para saltar. O voo é lindo, perfeito, mas, na hora de aterrissar, o piloto descobre que a pista lisa se transformou num paraíso de erosões. A roda dianteira entra numa das erosões e trava a moto, enquanto o piloto mantém a velocidade de 70 km/h, passa por cima do guidão e vai enterrar os chifres alguns metros adiante.
Profilaxia: em trilhas desconhecidas nunca salte como se tivesse recebido o Caboclo Paraibinha. Estude o terreno antes.
Tratamento: uma prótese nova para os dez dentes da frente.

Baila Comigo - Tombo odiado pelos colegas. Tudo começa com uma provocação e um racha. De repente, três motos entram coladas numa curva e a da frente cai, levando as outras duas juntas, formando um lindo espetáculo circense.
Profilaxia: evitar andar colado na moto da frente.
Tratamento: cerca de 15 dias de isolamento, longe dos amigos coléricos.

Piruette - Muito comum entre os proprietários de motos com motor dois tempos. Tudo começa com uma curva deliciosa, em alta velocidade, com terreno gradeado, perfeito. O piloto entra na curva com meio acelerador, sente que os pneus estão bem aderentes, a tração na roda traseira é perfeita e, então, dá gás. Mas justamente naquele micropedaço de solo a terra estava mais batida e mais lisa, a roda traseira derrapa até a moto ficar de lado, aí pega um novo trecho de terreno aderente, parando a traseira. O piloto é espirrado para fora da moto, dá um lindo giro no ar e aterrissa de bunda.
Profilaxia: treinar mais derrapagens controladas em vários tipos de terreno.
Tratamento: utilizar uma almofada na cadeira do escritório ou da escola por uma semana (diga logo que foi tombo, senão vão pensar o pior).

Volta, Vem Viver Outra Vez ao Meu Lado - Tombo característico dos iniciantes. O cenário é uma subida íngreme, que piora no final. O piloto pega velocidade, entra em segunda, a moto começa a perder velocidade, reduz para primeira e dá uma baita empinada, completa um giro de 180° ficando com a roda dianteira apontada para baixo. O piloto solta das manoplas e vê a moto começar a descer numa razão de aceleração de nove metros por segundo ao quadrado (um pouco menos que os 9,8 m/s2 do Issac Newton).
Profilaxia: escolha bem as marchas antes de encarar o subidão.
Tratamento: análise com psicólogo da linha Soichiriana ,que estuda os motivos desta súbita síndrome das fugas das motos.

Atração Fatal - Acontece com uma frequência impressionante. Às vezes, em um mesmo dia pode se repetir em várias ocasiões. O piloto vem normalmente numa estrada aparentemente lisa, sem obstáculo. O tempo é bom, visibilidade perfeita, aderência ótima. A certa altura o piloto avista um obstáculo a mais de 100 metros. Ele olha o obstáculo (que pode ser uma erosão, um tronco, uma pedra, uma vaca) e sabe que tem espaço suficiente para desviar. Mas o piloto continua olhando o obstáculo como se estivesse sendo atraído, sugado para ele e, sem tirar os olhos (só que bem mais arregalados), acerta a erosão em cheio, enterrando a roda dianteira até a altura do pára-lama.
Profilaxia: jamais olhe para o obstáculo, mas para as opções de fuga do buraco, quanto mais olhar, mais será atraído para o buraco negro.
Tratamento: depois de restaurar todas as vértebras, encomendar óculos especiais com bitolas.

Viagem ao Centro da Terra - É uma situação inversa à anterior. O cenário é uma pirambeira para descer. O piloto começa a descer bem vagarosamente, mas o piso não dá aderência e a moto começa a pegar embalo. Não adianta frear mais porque as duas rodas já estão travadas. Quase no fim da ladeira, tem uma pinguela feita com um tronco de carvalho secular. O piloto acerta em cheio a pinguela, mas a 120 km/h. A roda dianteira fica na ponte e a traseira cai dentro do rio, junto com o piloto.
Profilaxia: quando o piloto perde o controle da moto na descida é melhor largar e deixá-la ir embora sozinha. Ou provocar uma derrapagem de traseira para cair.
Tratamento: duas semanas internado em uma clínica de recuperação de acidentados para lembrar como é que se anda, se com os pés ou com as mãos.

Green War (guerra verde) - Depois dos ataques do grupo ecológico Green Peace (paz verde), os treieiros decretaram os ataques estilos green war. O acidente começa com uma trilha em descida, de alta velocidade, com uma curva em 180° no final. Toda volta da pista é formada por mata atlântica. O piloto não consegue frear na curva e entra na floresta, levando junto algumas espécies raras de palmeiras, um tatu peba e um veado-campeiro que estava passando pelo lugar.
Profilaxia: avaliar bem a frenagem, de preferência antes da curva.
Tratamento: uma junta composta por engenheiros florestais, mecânicos e veterinários tentarão separar as partes que compõem o piloto, as árvores e o veado (se misturar vai
dar bode).

Vem cá, Benzim - Acontece quando o piloto está quase terminando de escalar uma bruta pirambeira e no finalzinho a moto empina e cai em cima do esmagado piloto.
Profilaxia: sentar bem próximo ao tanque nas subidas e quando a moto começar a empinar acionar a embreagem ou sair debaixo.
Tratamento: cirurgia geral para extrair o velocímetro que ficou dentro do fígado.

Coice de Mula - O piloto vem desembestado descendo uma trilha aparentemente lisa. De repente, surge um pequeno degrau. O piloto levanta a frente da moto e passa a roda dianteira. Quando pensa que está a salvo, o pneu traseiro dá uma pancada violenta no degrau, a traseira levanta até o piloto poder ver o chão de um ângulo completamente inédito: a um palmo do nariz. Depois que o piloto cai e pensa que está numa pior, vem a moto e cai por cima, espalhando pedaços de moto e piloto num raio de 50 metros.
Profilaxia: jamais esqueça que moto tem duas rodas, a da frente e a de trás, mas não ficam necessariamente nesta ordem.
Tratamento: pegue as peças que sobraram do piloto, abra um mapa de anatomia e com ajuda de muitos tubos de cola tente juntar tudo de novo no lugar certo. Se não der certo tente uma eutanásia completa.

Perna Pra Que Te Quero de Volta - Costuma acontecer com treieiros metidos a piloto de cross. Numa curva radical, o piloto coloca a perna do lado interno da curva para fora, com o pé rente ao chão. Mas não vê a ponta de um iceberg feito do mais puro e duro granito para fora do chão. O pé bate no granito parando imediatamente, mas o piloto junto com o que sobrou do seu corpo continua andando. Como os músculos e juntas da perna têm um limite de extensão, logo o piloto descobre que está com uma perna 10 centímetros mais comprida do que a outra e calçando 40 em um pé normal e 44 bico largo no pé dolorido.
Profilaxia: só tire os pés da pedaleira quando necessário e observe bem o terreno.
Tratamento: tração nos dedos dos pés para fazê-los voltarem ao mundo exterior. Em casos extremos será preciso restaurar os metatarsos, politarsos e paulos de tarsos utilizando dedos de segunda mão (ou melhor, de segundo pé) encontrados no desmanche do Hospital das Clínicas.

Oi, Você Por Aqui? - Acidente cada vez mais comum nas trilhas. Um piloto vem radicalizando uma barbaridade em uma curva. Do outro lado da curva, em sentido contrário, outro piloto vem mais radical ainda. Os dois se encontram num ponto comum da curva, chamado “tinhagente”. Como nenhum dos dois é fruto da imaginação do outro, a porrada é radical.
Profilaxia: /i>mantenha-se sempre à direita, mesmo em curvas radicais.
Tratamento: depois do fiscal da seguradora decretar perda total, pegue o que sobrou de cada piloto e tente negociar no desmanche do Hospital das Clínicas. Quem sabe volta de troco uma gatinha de 16 anos, com pouco uso, único dono e nunca batida.

Agora que você já conhece os tombos e acidentes mais comuns no fora-de-estrada junte-se a nós e venha se divertir. Quem sabe acaba descobrindo um novo tombo para integrar nossa relação.

*Geraldo Tite Simões (geraldo@speedmaster.com.br) é jornalista. treieiro e já levou todos estes tombos mencionados acima. Além de outros “impublicáveis”. Esta e outras crônicas estão no livro "O Mundo é uma Roda", de Geraldo Tite Simões.

Motocicletas da categoria 600cc são as desejadas do Brasil



Há dez modelos disponíveis ao motociclista brasileiro nesta faixa de cilindrada

  Desde a chegada da CB 600F Hornet ao mercado nacional em 2004, a categoria das motos entre 600 e 700 cm³ de capacidade vem ganhando a cada dia mais força e espaço. Nos últimos três anos, as marcas ampliaram suas linhas de produtos e, consequentemente, sua participação de mercado. Outros fatores que também contribuíram para este crescimento foi o amadurecimento do motociclista brasileiro e também sua ascensão sócio-econômica. Hoje, há dez modelos sendo oferecidos ao consumidor, entre trails, que encaram qualquer tipo de aventura, e as nakeds, motos nuas, sem carenagem. Isso sem falar nas superesportivas. O time das mais “desejadas” do Brasil é formado por Honda Hornet, Kawasaki ER-6n, Yamaha XT 660R e XJ6 (N e F), Suzuki Bandit 650 (N e S) e V-Strom 650. Os lançamentos mais recentes desta categoria são a BMW G 650 GS, montada em Manaus (AM) pela Dafra, e a Kawasaki Versys, que chega em junho e será a concorrente direta da dual porpuse da Suzuki. Os preços variam entre R$ 25.550 (ER-6n) e R$ 36.680 (Hornet, com sistema de freios ABS).

Entre as trails e as nakeds, o motociclista pode optar pelo estilo, design e configuração mecânica que mais lhe agrada: um cilindro, dois cilindros em “V” ou dois cilindros paralelos ou até quatro cilindros em linha. No primeiro quadrimestre do ano, 3.880 unidades dessa faixa de cilindrada foram comercializadas no País. Se o mercado de duas rodas continuar em ascensão, esta categoria de médias cilindradas deve encerrar o ano com quase 12 mil unidades vendidas, contra 8.122 de 2007, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Ou seja, um crescimento de 43% em três anos. Parece pouco se compararmos com o volume de motos de 150 cc vendidas mensalmente, que tem 88% de todo o mercado nacional. Mas o mercado acima de 400cc já representa 2% do total de motos comercializadas no Brasil, segundo pesquisa da Abraciclo, associação que reúne os fabricantes de motocicletas. Vale ressaltar que este é o segmento que mais vem crescendo em todo mundo.

Mercado em ebulição

Líder absoluta deste segmento de 600cc, a Honda vendeu em 2009 exatas 6.136 unidades da CB 600F Hornet. Já nos primeiros quatro meses deste ano foram comercializadas 2.014 unidades da moto que está equipada com motor quatro cilindros de 102 cv. Segundo Alfredo Guedes Jr, engenheiro e supervisor de Relações Públicas da Honda, o grande trunfo da Hornet foi o de resgatar a tradição da marca nos modelos de quatro cilindros em linha, que chegou ao Brasil nos anos 70 e se imortalizou com a CBX 750 Four, nas décadas de 80/90.

“Antes do lançamento da CB 600F Hornet, a Honda fez uma ampla pesquisa de mercado. Os dados mostraram que teríamos um bom resultado de vendas. A moto tem outras características marcantes além do motor; um belo design e grande esportividade”, conta Guedes Jr, dizendo que a marca abriu as pontas deste segmento para o público e que ampliou sua base década após década. “Houve ainda uma expansão natural e um amadurecimento do mercado brasileiro”, completa.

Considerado uma evolução natural de sua linha de 250 cc, a Yamaha oferece três modelos entre 600 e 700 cm³ de capacidade cúbica: XT 660R e XJ6, nas versões naked e semi-carenada. A XT 660R é líder absoluta de seu segmento trail. Nos últimos três anos vendeu em média 2400 unidades/ano. Sua principal característica é a versatilidade para rodar em qualquer tipo de piso.

A recém lançada XJ6 é uma moto mais comportada, de construção ciclística tradicional que tem agradado muito o motociclista que quer uma moto bonita, confortável, fácil de pilotar e com um motor mais manso e preço mais acessível. A XJ6 tem 77 cv de potência máxima e custa R$ 27.500, enquanto sua antecessora FZ6, tinha 98 cv e custava cerca de R$ 32.000.

Para Ricardo Suzuki, gerente de marketing da Kawasaki do Brasil, a estratégia da marca nipônica é investir em modelos de média e alta cilindradas. “A Honda criou um mercado, mas hoje há vários outros produtos que se encaixam nesta categoria e faixa de cilindrada. Da Kawasaki temos a ER-6n e a Versys, moto de uso misto que chega às concessionárias em junho para brigar diretamente com a Suzuki V-Strom 650”, conta o gerente da “Kawa”, dizendo que o grande diferencial dos modelos é seu motor de dois cilindros paralelos.

Segundo o responsável pelo marketing da Kawasaki, a estabilidade econômica e o aumento da renda do brasileiro têm impulsionado as vendas de modelos de maior valor agregado. “O motociclista está mais exigente e, consequentemente, busca produtos de uma categoria superior”, explica Ricardo Suzuki. Só por curiosidade, a Kawasaki já produz três modelos em Manaus (AM): Ninja 250, a ER-6n e a Z 750. No total, são 700 unidades/mês.

Moto, categoria e motor preço


* Honda CB 600F Hornet – Naked – Quatro cilindros em linha – R$ 33.260 e R$ 36.680 (ABS).
* Kawasaki ER-6n – Naked – Dois cilindros paralelos – R$ 25.550.
* Kawasaki Versys – Dual purpose – Dois cilindros paralelos – R$ 33.990 e R$ 37.390 (ABS).
* Yamaha XT 660R – Trail – Monocilíndrico – R$ 27.273.
* Yamaha XJ6 (N e F) – Naked/Tourer – Quatro cilindros em linha – R$ 27.500 e R$ 30.720.
Suzuki Bandit 650 (N e S) – Naked/Tourer – Quatro cilindros em linha – R$ 30.500 e R$ 28.900,00.
Suzuki V-Strom 650 – Dual purpose – Dois cilindros em “V” – R$ 34.594
BMW G 650 GS – Dual purpose – Monocilíndrico – R$ 29.900.

*Preços públicos sugeridos pelas montadoras

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Achei um site que faz a avaliação de carros e motos usadas. Quer ter uma base de preço então:





domingo, 23 de maio de 2010

Fotos do Salão Duas Rodas 2009

Para orgulho de todos "Cbzeiros", ao chegar no Anhembi foi facil notar quem era a estrela da festa, sim, era a CB 300 R, a Honda colocou muitos anúncios e propagandas, mostrou que a "moto chefe" da montadora naquele evento era a Cb 300R, ao entrar visivelmente foi facil de localizar as grandes marcas, todos os estantes das gigantes das duas rodas estavam muito bem apresentáveis, mesmo assim, decidi começar pelos estandes menores, aqueles de pequenos anuciantes.

Primeira parada foi no estande da WR Exaust (aquela fabricante de escapes que fez um pequeno para um dos usuários aqui do forum), para quem não passou por la, eles lançaram um modelo exclusivo para a CB, pequeno e muito bonito, segundo a atendente o valor ficou em R$ 550,00 instalado, em contra partida, também passei na Jeskcape (que se me recordo bem, foi a primeira fabricante a lançar escapamentos para a CB), conferi os modelos e também são de excelente qualidade porém possuem um preço um pouco mais salgado, estão entre R$ 750,00, então fica a dica para quem estiver pensando no escape.

Curiosamente decidi começar pelas motos chinesas e me surpreendi com a quantidade de motos carenadas entre 150 e 250cc, sem contar em "scooters tunadas", os designs são bonitos, mas o problema é conseguir informação. Chineses, próxima feira, paguem um interprete, fica difícil entender o que vocês falam.
Esta é até parecida com a Cb 300, gostei dela.
Falando das grandes, uma montadora que surpreendeu a todos que passavam pelo salão foi a Dafra, sim, Dafra, o estande estava extremamente bonito e apresentável, muito bem montado e chamativo, sem contar as lindas modelos com vestidinhos curtinhos e amarelos (juro que não sei se foi isso que mais me chamou atenção, minha e da minha esposa que ficou brava), as novidade da Dafra é a Apache, a moto ficou bonita mas já tive moto chinesa e juro que não pretendo ter mais, já os correios fecharam parceria com a montadora e esta passará a produzir a nova frota dos nossos entregadores (tchau Sedex, pensem bem na próxima vez que precisarem dos Correios, pode demorar para chegar.... maldade).
Honda, o estande da honda era simplesmente Gigante, e muito bem distribuido, Bonito e simples ao mesmo tempo, a visualização era facil de todas as motos, podendo localizar rapidamente qualquer modelo, chequei a estrela da noite, e vi o famoso C-ABS, segundo vendedor, valor de R$ 14.800,00, fica a pergunta, esta incluso o frete e os impostos? No demais, o estande trouxe a gigante Gold-Wing, Varadeiro, CBR 600RR e outras, mas infelizmente nada para substituir a Falcon.

Uma coisa me chamou a atenção neste salão, não eram as motos grandes as atrações, mas sim, as pequenas, tanto na Kasinski, como na Kawasaki e Sundown, estavam chamando a atenção com seus modelos de 250cc carenadas, isso mesmo, Sundown com modelo 250cc Carenada, o estande da montadora trouxe dois modelos que estarão disponiveis a partir do primeiro Trimestre de 2010, já a Kasinski pareçe não querer baixar o preço da Bela Comet GTR, realmente a moto esta muito bonita mas ainda custando seus R$ 16.900,00, modestia a parte, a Ninjinha é fabulosa, conferi, subi, e chequei detalhes, sim é uma KAWASAKI, melhor de tudo, R$ 15.550,00 já anunciado em seu site oficial.

Modelo da Sundown Carenada
Traxx foi uma vergonha, todas as motos são cópias legitimas de outras montadoras, incrivel a cara de pau deles, diferente de uma Gigante estrela da festa mas desconhecida por muitos, Benneli, juro que nunca vi tanta exclusividade em uma Naked como na Benneli Café 1130 Race, a moto ficou maravilhosa, a unica coisa em comum com as outras motos é o pneu, no resto, de zero a dez, nota mil, o mesmo para as Ducati, Triumph, Harley Davidson, BMW, entre outras gigantes que a cada dia que passa estão mais belas.

Benelli - Race Café
Supresa por parte da Amazonas, nossa antiga montadora nacional que ganhou fama com sua moto gigante com motor de Fusca, apesar de trazer modelos originados da China, apresenta um modelo para o primeiro trimestre de 2010 que mais parece uma mini Boulevard da Suzuki, por falar em Suzuki, parabéns a montadora também, trouxe todo seu leque de motos em quase todas as cores disponíveis, como a musculosa B-King, a incomparável Hayabusa, e suas GSX R, sempre fui fã da Hayabusa, mas confesso que os modelos 750 e 1000cc da Suzuki ficaram muito bons, posição de pilotagem, acabamento, sistema de freios, tudo, particularmente, superaram as famosas CBR 600RR e FireBlade, claro que as modelos da Suzuki também eram alem de simpaticas, bonitas, belas escolhas do grupo Suzuki.
OLha so que moto mais esquisita:

Fotos da Dafra Apache

Devido ao grande numero de visitas referente ao Assunto Dafra Apache 180 resolvi fazer mais uma postagem com fotos para o pessoal poder conferir em detalhes a motoca:
Olha só o painel:
 
Veja so o motor:



Motor desmontado:
A Dafra lança a versão Apache RTR 150 em parceria com a TVS Motor Company. A novidade chega com motor de 150 cc de cilindrada de 14 cavalos a 8.000 rpm, potência para acelerar de 0 a 60 km/h em 5,9 segundos.
Conforme a fabricante, existe a estimativa de vender 18 mil unidades no primeiro ano no mercado por um preço sugerido que parte de R$ 6.290.

A nova Apache RTR 150 conta com sistema de ignição IDI (Inductive Digital Ignition), guidão e pedal de marchas ajustáveis, lanterna traseira com LEDs e sistema de amortecimento traseiro a gás.



Blog agora tem CHAT

Agora vc pode mandar suas duvidas e bater-papo com outros motociclistas pelo Chat do Blog, o sistema é bem simples e intuitivo, basta diigitar uma mensagem  e clicar ENTER e vc já está no CHAT, s desejar mudar de apelido basta clicar no seu apelido que fica a direita e edita-lo na janelinha que irá se abrir.
Espero que usem bastante!

Um forte abraço a todos!

domingo, 16 de maio de 2010

Semelhanças mecânicas entre a Yamaha YBR e a Suzuki Yes

Hoje ao pesquisar sobre fichas técnicas, encontrei uma semelhança muito estranha, veja só:
Ficha tecnica da Suzuki yes 125.

Motor 4 tempos monocilíndro 2 válvulas OHC refrigerado a ar
Cilindrada 125 cc
Diâmetro x Curso 57,0 X 48,8 mm
Taxa de Compressão 9,2:1
Transmissão 5 velocidades
Sistema de Transmissão Corrente
Sistema de Lubrificação Cárter Úmido
Alimentação Carburador Mikuni VM22 mecânico
Tipo de Ignição Eletrônica Digital
Sistema de Partida Elétrica
Comprimento Total 1.945 mm
Largura Total 735 mm
Altura Total 1.070 mm
Entre Eixos 1.265 mm
Vão Livre 160 mm
Altura do Assento 735 mm
Peso Seco 112 kg
Suspensão Dianteira Telescópica de amortecimento hidráulico
Suspensão Traseira Balança articulada e amortecedores hidráulicos com 5 regulagens de pré-carga da mola
Freio Dianteiro Disco ventilado de Ø 240 mm, mordido por pinça deslizante de 2 pistões de acionamento hidráulico
Freio Traseiro Tambor de Ø 130 mm, com sapatas expansoras internas de acionamento mecânico
Pneu Dianteiro 2.75-18TL 42P MT65 - sem câmara
Pneu Traseiro 90/90-18M/C REINFTL 57P MT65 - sem câmara
Tanque 14 litros
Óleo do Motor 1,15 litros (com troca de filtro)
Potência Máxima 13 cv a 8.500 RPM
Torque Máximo 1,15 kgf.m a 7.000 RPM

agora vejam o da YBR 125
FICHA TÉCNICA – Yamaha YBR 125 E

MOTOR Quatro tempos, um cilindro, SOHC, refrigeração a ar, 2 válvulas, 124 cm³
POTÊNCIA12,5 cv a 7.500 rpm
TORQUE1,19 kgm a 6.500 rpm
ALIMENTAÇÃO Carburador VM 20
CÂMBIO Cinco velocidades
TRANSMISSÃO FINAL Corrente
PARTIDA Elétrica
RODAS Dianteira e traseira em aro 18”
PNEUS Dianteiro 2,75 - 18 42P; traseiro 90/90 - 18 57P
CHASSI Quadro tipo diamante, com comprimento de 1.980 mm, largura de 745 mm, altura de 1.050 mm, altura do assento de 780 mm, entreeixos de 1.290 mm, altura mínima do solo de 160 mm e peso a seco de 107 kg
TANQUE13 l (1,7 l de reserva)
SUSPENSÃO Dianteira com garfo telescópico, mola e óleo - 120 mm de curso; traseira com balança com duplo amortecedor e mola – 105 mm de curso
FREIOSDianteiro com tambor de 130 mm de diâmetro e acionamento a cabo; traseiro com tambor de 130 mm de diâmetro interno e acionamento a cabo
CORES Verde, prata, preta e vermelha
PREÇO R$ 6.073

Fiquei com uma dúvida, será que o carburador da Yes não é uma versão aperfeiçoada do carburador da antiga Yamaha YBR???

sexta-feira, 14 de maio de 2010

MOTOCICLISTA


Fiquem agora com o lindo e tocante texto:
“MOTOCICLISTA"
Há algum tempo atrás, o pai de um anjo, que não está mais entre nós, com o n°24 pintado em seu capacete, disse-nos que gastou muito tempo falando de história sobre vocês, mas, para ser honesto, eu nunca prestei muita atenção. Então, como ele era muito cabeça dura, ele me fez conhecer todos vocês, um por um. Ser abraçado e beijado por vocês, como se fosse o próprio filho; vestindo aquelas roupas de couro apertadas, aqueles capacetes coloridos, vocês pareciam realmente durões ...

Mas uma vez que as viseiras fumês eram levantadas, vocês tinham olhos bonitos, limpos e cheios de lágrimas; olhos onde você poderia se perder neles, chegar em suas almas e ver que pura elas são.

Tirando suas roupas de couro, e, no final do dia, você veria que eles cresceram como
crianças, nada mais que isso...

Eles gostam da vida, carnes, cerveja e "tira gosto" (pra não escrever lingüiça ou salsicha. hehehehe) e ainda procurando pela mãe, quando as coisas dão errado...

Tem gente que diz que quando montamos em nossas motos, anjos e demônios vão conosco!
Pode ser até verdade, é um tipo de dualismo que faz esse estilo de vida ser tão rico em emoções, que fazem seu coração bater mais rápido, parecendo que vai sair pelo peito a qualquer momento.

Demônios fazem você acelerar, irracionais e violentas aceleradas, na hora que a adrenalina corre direto para seu cérebro e você fica tremendo por vários minutos.

Anjos que carregam com eles a face a as vozes de quem não está mais conosco; vozes da experiência por vezes forjada em ossos quebrados.

Sim é verdade que você pode morrer pilotando uma moto; isso pode acontecer com qualquer um de nós isso machuca, REALMENTE MACHUCA.

Mas nada se compara à quantidade de vida que torna isso em lembranças fantásticas, em "flashes" que duram uma eternidade de risadas, aquelas risadas altas e profundas que vêm do coração, tão altas que fazem o sol brilhar num dia nublado.

Converse com qualquer um de nós, peça-nos para dizer sobre uma história de nossos últimos passeios alguma curva da estrada de sua montanha preferida, e você se perderá naqueles olhos sorridentes, naquele sorriso natural que gradualmente se espalha pelo rosto inteiro.

Converse com qualquer um de nós, pergunte como a vida seria se algum dia tivéssemos de desistir de nossa paixão e, tudo que você irá escutar é o som do silêncio, você verá que aquele rosto sorridente do "garoto" ficará vazio... como um marinheiro partindo para o mar ou como um pássaro com a asa quebrada...

Sim, você pode morrer em uma moto, mas acredite, não há melhor jeito de se viver o pouco tempo que nos é dado!

E se você não entendeu nada até agora, não se preocupe, você nunca entenderá!

Mas se um dia você estiver na estrada com sua família indo para a praia, na
segurança de seu carro, UM DE NOS passar vagarosamente pelo seu carro, você verá que seu filho, sentado no banco de trás, de repente virar a cabeça, acenando e
cumprimentando empolgado, não tente entender seu filho também.
Seu filho, com toda sua inocência, vê em nós uma centelha de algo que você nunca
reparou!

E o motociclista acenará também, não há nada de errado e você sabe que...

Anjos na terra se cumprimentam!

MOTOCICLISTAS, UM BANDO DE GRANDES E ESTRANHOS CARAS FELIZES EM SER MOTOCICLISTAS!”

terça-feira, 11 de maio de 2010

Tabela da Copa da Fifa para Download

 Agora para vcs amantes de futebol a Tabela da Copa para Download:

Para Baixar clique AQUI 

Para descompactar será necessário o uso do Winrar ou 7Zip, ambos são softwares gratuitos.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Veja fotos da CB300 com carenagem integral

Eu achei muito legal, ficou mais esportiva, mas não precisavam se inspirar TANTO na Suzuki Hayabusa.
Digam ai,qual delas ficou mais legal?

Interessados em comprar uma delas? AQUI vc encontra elas para vender.

As motos mais rápidas de 2010

Muitas pessoas são apaixonadas por velocidade e um dos meios mais radicais de se dirigir em altíssimas velocidades é em cima de uma motocicleta. Por mais que as estatísticas mostrem, os motociclistas continuam desafiando o perigo. Mesmo para quem não quer correr de moto os exemplos abaixo são muito bonitos e com mecânica excelente.
 10 – Ducati 1098s – 271 km/h - 119.3 kW (160.0 cv) @ 9750 rpm
09 – BMW K 1200S – 278 km/h - 120.4 kW (164.94 cv) @ 10250 RPM
08 – Aprilia RSV 1000R Mille – 281 km/h - 105.24 kW (141.13 cv) @ 10000 rpm
7 – Kawasaki Ninja ZX-11/ZZ-R1100 – 283 km/h - 108 kW (147 cv) @ 10,500 rpm
6 – MV Agusta F4 1000 R – 299 km/h - 128 kW (174 cv)
5 – Yamaha YZF R1 – 297 km/h - 95.6 kW(128.2 cv) @ 10000 rpm
4 – Honda CBR1100XX Blackbird – 310 km/h - 114 kW (153 cv) @ 10,000 rpm
3 – MTT Turbine Superbike Y2K – 365 km/h - 239 kW (320 cv) @ 52,000 rpm
2 – Suzuki Hayabusa – 397 km/h - 147 kW (197 cv) @ 6750 rpm
 E Finalmente.....



 a 1ª Colocada....





1 – Dodge Tomahawk – 560 km/h (existem registros de 676 km/h) - 370 kW (500 cv) @ 5600 rpm
A lista foi feita pelo Reality Pod utilizando condições de test-drive e dados fornecidos pelos fabricantes. Qual delas é a sua preferida? Você tentaria atingir a velocidade máxima?

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