sábado, 28 de março de 2009

Ganhe dinheiro por acessar a internet



Funciona assim vc clica no link abaixo e baixa o discador, acessa a internet com ele e com isso vc ganha até R$0,32 por hora de acesso. Com cresce.net vc ganha uma conta de email, acelerador de internet, disco virtual, fotolog... O acelerador permite acelerar até 8X a sua internet. (FUnciona também com ADSL) , gostou clique no link abaixo e se cadastre:
www.Cresce.net
Se cadastrando pelo link acima vc estará incentivando o blog com novas postagens e a aquisição de revistas para melhorar o conteúdo do blog.
Participe!!!

Teste da Suzuki Yes 2008 apos 12mil Km

Retirado do blog: http://www.Motosblog.com.br

O Wilson Neto, leitor do Motos Blog, perguntou nos comentários sobre o que eu estava achando da Yes após este tempo que venho usando ela. Como acho que a informação é relevante, resolvi tranformar a resposta em um novo post, assim o alcance é maior e aproveito para tirar a poeira do Motos Blog e voltar a postar com frequência. Ai vai:

Suzuki Yes 125 2008 Prata

Suzuki Yes 125 2008 Prata

Wilson, como eu disse no comentário anterior, eu NÃO me arrependo de ter comprado a Yes. A minha já está com 12 mil km. Os problemas dela nem podem ser chamados exatamente de problemas… são “detalhes” que eu sei que a Honda ou a Yamaha não deixariam acontecer, mas nada que impossibilite o uso da moto.

O primeiro é que o chicote da moto deu algum problema. Um dos fios dele se rompeu bem onde faz aquela dobra em baixo do guidão (ao lado da caixa de direção). Ali, o fio dobra e estica com freqüência, afinal, o guidão tem que virar para um lado e para o outro. Com esse fio quebrado, as luzes de Neutro e indicador de marchas não acendem mais.

Outro detalhe que me incomoda um pouco é a suspensão traseira, um tanto dura… As vezes tenho a impressão de que os dois amortecedores traseiros são diferentes, pois sinto que a moto “torce” em algumas curvas ou quando passo em lombadas… como se os amortecedores estivessem fornecendo resistências diferentes em cada lado da moto. Com isso, não sinto firmeza ao entrar rápido em uma curva, pois tenho a impressão de que a moto vai simplesmente sair de baixo e me deixar sobrando… Então ando sempre “abaixo” do meu potencial. Andei estudando e acho que os excelentes amortecedores da YBR servem na Yes. Vou testar e se servir e ficar bom, certamente vou escrever mais detalhes sobre isso.

Mais uma coisa que me incomoda é que quando eu solto as duas mãos do guidão, ele começa a vibrar e chacoalhar de um lado para o outro, de forma progressiva… Em 2 ou 3 segundos nessa situação, chega a ser um shimmi, muito intenso e até perigoso… Uma vez quase caí (mesmo) por causa disso, tive que segurar a moto com os pés pra não ir pro chão… devia estar a uns 30 por hora… Segurando o guidão, a pilotagem é normal, mas por vezes eu solto para ajustar as luvas ou a jaqueta em movimento, e agora não tenho mais confiança pra fazer pois a moto é meio instável nessas situações.

Outros detalhes menores são o farol, que é muito ruim e usa um tipo de lampada H4 diferente do padrão, o bagageiro traseiro, que exige observação direta pois os parafusos dele insistem em afrouxar após algumas semanas de uso, o pedal do freio, que tem uma posição muito esquisita, principalmente para mim, que calço 46.

Percebe? São detalhes que me fazem não confiar tanto na moto… Ela nunca me deixou na mão, nunca me derrubou, nunca quebrou, fundiu, fumou, ou qualquer coisa assim, porém, sinto falta do acabamento e da qualidade geral a que estou acostumado… A Honda, querendo ou não, ainda tem as motos com maior qualidade (pelo menos as pequenas), porém, pelo menos aqui em SP, é impossível ter, pois o ladrão gosta mais da Honda do que eu, além de ultimamente a Honda ter viajado MUITO no preço de suas motos. A Yamaha também é um excelente fabricante de motos pequenas, a YBR é extremamente macia e confortável e certamente seria a minha opção hoje… Ainda mais agora que o preço do lançamento passou e está sendo vendida num valor mais camarada (R$ 6.800,00 a completa).

No mais, a moto é boa. Está cada vez mais econômica, fazendo 35 km/l. Nunca deu trabalho para funcionar de manhã, os comandos todos estão funcionando bem (freios, embreagem, acelerador, etc). O pneu sem câmara é realmente um diferencial (já furei duas vezes e eu mesmo resolvi com meu kit de reparo, na rua, sem stress). As peças de reposição são baratas (precisei comprar um espelho que quebrei, paguei 30 reais).

A Yes é uma boa moto? É sim, certamente. Mas hoje, acho que já não é mais o melhor custo-benefício… Hoje este posto pertence a Yamaha YBR Factor ED. Uma pena que na época que eu comprei não era assim.

Veja o crescimento do blog


No gráfico acima mostra o numero máximo de acessos simultâneos alcançados desde a criação do blog.
Estamos mantendo uma máxima de 10 acessos simulâtenos, mas acredito que com o tempo poderemos ultrapassar este patamar.
Por isso peço que divulguem o blog para que assim mais pessoas poderão ter acesso ao nosso conteúdo e também peço que comentem.

sábado, 21 de março de 2009

Check out LivraLivro - Troque seus livros!

deem uma olhada no site: LivraLivro - Troque seus livros!



sábado, 14 de março de 2009

Nova CG 150 Titan Mix - A Bicombustível


A liberdade, uma das características inerentes à motocicleta e que sempre agradou seus usuários, alcançou seu mais alto grau com a chegada da CG 150 Titan Mix. Agora, além de visualizar o horizonte sem fim à sua frente e poder ir e vir com agilidade, o motociclista pode escolher qual combustível – gasolina ou álcool – dará vida à sua motocicleta, de acordo com suas necessidades e expectativas.

A CG 150 Titan Mix apresenta ao mercado um novo e inédito conceito de mistura de combustíveis para motocicletas. É a primeira no mundo produzida em série que utiliza tanto o álcool quanto a gasolina como combustíveis e foi considerada projeto de destaque pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda no Japão. Desenvolvida pelos engenheiros da Honda especificamente para o público brasileiro, a tecnologia pioneira é totalmente adequada às características da já conhecida e conceituada CG 150 Titan.

Original de fábrica, o sistema Mix possui componentes exclusivos e dispensa qualquer tipo de adaptação, permitindo o uso da gasolina, do álcool ou da mistura álcool/gasolina. Como ressalva, vale destacar que, em condições de temperatura ambiente abaixo dos 15ºC, o tanque deve conter um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

A nova motocicleta chega para atender aos anseios dos consumidores, que têm demonstrado grande interesse por veículos movidos tanto a álcool quanto a gasolina. De acordo com pesquisas realizadas pela Honda com proprietários da CG 150 Titan, a maioria dos entrevistados compraria uma motocicleta bicombustível. Entre as vantagens citadas pelos usuários, as principais são a possibilidade de escolha do combustível e a economia de dinheiro.

Economia, desempenho e responsabilidade ambiental

Além de atender às expectativas dos consumidores, proporcionando-lhes liberdade de escolha, o desenvolvimento da CG 150 Titan Mix acompanha a estratégia mundial da Honda voltada para a preservação do meio ambiente, com a criação de novas tecnologias ecologicamente responsáveis. Quando comparado à gasolina, o álcool tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável. Além disso, polui menos que os combustíveis fósseis e não possui enxofre em sua composição – tornando sua combustão mais limpa.

Quando abastecida com álcool, a CG 150 Titan Mix emite menos gases poluentes se comparada ao uso da gasolina. Vale lembrar que, nas duas situações, atende-se com folga aos limites de emissões estabelecidos pela terceira fase do Promot (Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

Com relação ao desempenho, a utilização da gasolina permite um funcionamento mais linear e progressivo do motor. Já o álcool favorece um comportamento mais vigoroso e ligeiramente mais potente. Enquanto a motocicleta desenvolve 1,32 kgf.m de torque a 6.500 rpm e 14,2 cv de potência a 8.500 rpm quando abastecida com gasolina, estes valores sobem para 1,45 kgf.m e 14,3 cv, respectivamente, quando utilizado o álcool.

No momento de abastecer a motocicleta, o usuário deve avaliar suas necessidades e prioridades para poder escolher o combustível que melhor se encaixe à sua realidade. Em suma, o álcool é mais indicado para aqueles que buscam economia, desejam fazer sua parte quanto à preservação do meio ambiente e para o motociclista que busca melhor desempenho da motocicleta. Por outro lado, se o consumidor deseja autonomia para percorrer distâncias mais longas, deve optar pela gasolina, uma vez que o menor poder calorífico do álcool quando comparado à gasolina implica em um maior consumo para gerar a mesma queima. Caso o objetivo seja rodar por mais quilômetros gastando menos dinheiro, devem-se analisar os preços praticados à época na região.

Por que o nome “Mix”?

Esta versão da CG 150 Titan foi denominada “Mix”. Isto porque, em situações de temperatura ambiente abaixo dos 15oC, recomenda-se que o próprio tanque contenha um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

Tanto nas motocicletas movidas a álcool disponíveis no mercado no início da década de 80 quanto nos automóveis flex comercializados atualmente, a presença de um reservatório de gasolina é que permite a partida a frio em qualquer situação de temperatura ambiente – o que os torna totalmente flexíveis quanto à utilização dos combustíveis.

No entanto, durante o desenvolvimento da CG 150 Titan Mix, optou-se por não incluir esse sistema – também conhecido como subtanque. Assim, a Honda obteve um conjunto mais leve e compacto, que não interfere na dinâmica da motocicleta. Além disso, contribui com a segurança do motociclista, uma vez que este subtanque ficaria exposto a eventuais impactos.

Como funciona

O sistema Mix é coordenado por um ECM (Engine Control Module) exclusivo, interligado a sensores que monitoram o desempenho do motor e transmitem informações sobre a mistura que está sendo utilizada. De acordo com os dados fornecidos por estes sensores, o ECM escolhe um dos seguintes programas de funcionamento:

Programa 1: Tanque abastecido com gasolina
Programa 2: Tanque contendo gasolina e álcool na mesma proporção
Programa 3: Tanque contendo maior quantidade de álcool
Programa 4: Tanque abastecido apenas com álcool

O sensor de oxigênio, localizado logo na saída do motor, é o principal responsável pelo perfeito funcionamento do sistema Mix. Este faz a leitura dos gases queimados e passa a informação ao ECM. Se o resultado da combustão for uma mistura mais pobre, significa que o combustível utilizado é a gasolina. Assim, ativa-se o Programa 1. Por outro lado, se a mistura for mais rica – o que indica a utilização de álcool – ativa-se o Programa 4. Caso a mistura for intermediária, ativam-se os Programas 2 ou 3, de acordo com a situação.

Com base no mapa de funcionamento escolhido, o ECM transmite as informações ao bico injetor, que fornecerá a quantidade adequada de combustível para a queima, levando-se em conta a mistura que está sendo utilizada, e acertará o ponto de ignição – adiantando-o no caso do álcool e atrasando-o no caso da gasolina.

Para adequar a CG 150 Titan Mix à utilização do álcool, algumas alterações técnicas foram necessárias. O bocal interno do tanque agora possui tela antichamas, para evitar a propagação de fogo de fora para dentro do tanque. O bico injetor, exclusivo, permite maior vazão, enquanto o filtro de combustível secundário possui maior capacidade de retenção de sujeiras e evita o entupimento precoce da bomba. O gerador foi adequado para atender ao maior esforço provocado pela partida a frio. O tratamento interno do tanque e o potenciômetro do marcador de combustível foram alterados para funcionamento com álcool. Por fim, a bomba de combustível ganhou um tratamento interno para suportar o uso do álcool.

Vale ressaltar que, para garantir a partida a frio em ambientes com temperatura abaixo de 15oC, é preciso que o tanque contenha um mínimo de 20% de gasolina. Isto porque, para que haja a combustão inicial, a mistura deve entrar de forma vaporizada na câmara de combustão. No entanto, devido ao baixo poder de vaporização do álcool, em temperaturas reduzidas a substância não consegue entrar de forma vaporizada na câmara. Nestes casos, a gasolina ajudará a realizar a primeira queima.

Com o objetivo de auxiliar o usuário quanto à partida a frio, a CG 150 Titan Mix possui um mecanismo de alerta por lâmpadas em seu painel de instrumentos. Há duas luzes: “MIX” e “ALC”. Quando ambas estiverem apagadas, significa que a partida é possível em qualquer temperatura. Se a luz “MIX” estiver acesa, o usuário deve abastecer sua motocicleta com um mínimo de dois litros de gasolina. Caso a lâmpada “ALC” esteja acesa, é preciso adicionar pelo menos três litros de gasolina. Se, ao ligar a chave de ignição, a lâmpada “ALC” piscar, significa que a temperatura ambiente é baixa e que o teor de álcool no tanque é alto – o que pode dificultar a partida. Já em caso de pane seca, é necessário que o usuário abasteça a motocicleta com, no mínimo, 50% de gasolina para que o sistema volte a funcionar adequadamente o mais rápido possível.

Para tornar este procedimento ainda mais fácil para o usuário, há no tanque uma etiqueta explicativa e didática, que instrui quanto à quantidade de gasolina que deve ser adicionada ao tanque de acordo com cada situação.

Receita de sucesso

A CG 150 Titan Mix possui todos os atributos da CG 150 Titan a gasolina. Design, motorização, sistema de suspensões e freios foram mantidos.

Inspirada em motocicletas naked de maior cilindrada, como a Honda CB 600F Hornet, a CG 150 Titan Mix tem design moderno e ousado. A lateral e o motor formam um conjunto uniforme, os piscas são integrados tanto na dianteira quanto na traseira e o tanque robusto possui linhas harmoniosas e marcantes. Como novidade, a rabeta lateral traz a inscrição “Mix Fuel Injection”, diferenciando o modelo de sua versão a gasolina.

Na CG 150 Titan Mix, o painel de instrumentos apresenta grafismo com fundo verde – remetendo ao tema da preservação ambiental. Além de velocímetro, luzes indicadoras de direção, farol alto e neutro, marcador de combustível, hodômetro total e parcial (este último apenas na versão ESD), luz de diagnóstico da injeção eletrônica, o modelo agora conta com as luzes “MIX” e “ALC” que fornecem informações sobre a partida a frio.

O chassi, leve, oferece rigidez às torções e agilidade em manobras urbanas. O tanque, com capacidade para armazenar 16,1 litros de combustível, proporciona conforto ao piloto, devido ao melhor encaixe de suas pernas durante a pilotagem.

O moderno e consagrado motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvulas no cabeçote e balancim, ambos roletados, é alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O modelo traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção, garantindo ao usuário partidas mais rápidas e eficientes nas versões com partida elétrica (ES e ESD).

A suspensão dianteira, formada por braço telescópico, tem curso de 130mm. Na traseira, o braço oscilante possui curso de 101mm. O conjunto, combinado aos amortecedores com cinco posições de regulagem da tensão da mola, proporciona conforto, progressividade e estabilidade, mesmo em pisos irregulares.

Os pneus, do tipo 80/100 – 18M/C 47P na dianteira e 90/90 – 18M/C 57P na traseira, garantem aderência, segurança e conforto necessários para a pilotagem urbana do dia a dia. Na versão ESD, o pneu traseiro conta ainda com o sistema tuff-up. A tecnologia, desenvolvida e utilizada exclusivamente pela Honda, funciona da seguinte maneira: em caso de perfuração do pneu traseiro, um líquido especial selado à câmara de ar desloca-se rapidamente ao ponto danificado, vedando o orifício e retardando a redução da pressão interna. Assim, o motociclista ganha tempo para providenciar seu reparo.

Na dianteira, tambor com 130 mm de diâmetro garante frenagem eficiente para as versões KS e ES. Já a versão ESD dispõe de freio dianteiro a disco, com 240 mm de diâmetro, e cáliper de dois pistões. Na traseira, todas as versões contam com freio a tambor com 130 mm de diâmetro.

Outro item de segurança presente no modelo é o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e combinações magnéticas) e comb-lock (trava do guidão combinada à chave de ignição).

A CG 150 Titan Mix mantém a proposta inicial da linha CG, que é oferecer a melhor relação custo-benefício a seus usuários. Atende às expectativas de seu público, que busca um modelo versátil, prático, confiável e durável, com baixa e fácil manutenção, ideal tanto para uso na locomoção diária, no lazer e como ferramenta de trabalho.

Disponível nas cores preta, vermelha, prata metálica e azul metálica, a CG 150 Titan Mix chega às concessionárias de todo o Brasil em três versões: KS, com partida a pedal; ES, com partida elétrica; e ESD, com partida elétrica e freio dianteiro a disco com cáliper de dois pistões. Sua expectativa de venda para 2009 é de aproximadamente 164 mil unidades.

Seu preço público sugerido será de R$ 6.340,00 (KS), R$ 6.890,00 (ES) e R$ 7.290,00 (ESD). Estes valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem custos de frete e seguro. O modelo tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Ficha técnica:

Motor OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Cilindrada 149,2 cc
Potência Máxima 10,4 kW (14,2 cv) a 8.500 rpm (gasolina)10,5 kW (14,3 cv) a 8.500 rpm (álcool)
Torque Máximo 12,9 N.m (1,32 kgf.m) a 6.500 rpm (gasolina)14,2 N.m (1,45 kgf.m) a 6.500 rpm (álcool)
Diâmetro x Curso 57,3 X 57,84 mm
Sistema de Alimentação Injeção Eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection)
Relação de Compressão 9,5 : 1
Ignição Eletrônica
Bateria 12V – 4Ah (versão KS)12V – 5Ah (versões ES e ESD)
Farol 35/35W
Sistema de Partida Pedal (versão KS)Elétrica (versões ES e ESD)
Tanque de Combustível 16,1 litros
Óleo do Motor 1,2 litro
Transmissão 5 velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Sistema de Lubrificação Forçada, por bomba trocoidal
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 130 mm de curso
Suspensão Traseira Braço oscilante com 101 mm de curso
Freio Dianteiro / Diâmetro A tambor com 130 mm de diâmetro (versões KS e ES)A disco com 240 mm de diâmetro e cáliper de dois pistões (versão ESD)
Freio Traseiro / Diâmetro A tambor com 130 mm de diâmetro (versões KS, ES e ESD)
Pneu Dianteiro 80/100-18M/C 47P
Pneu Traseiro 90/90-18M/C 57P
Chassi Diamond frame
Altura do Assento 792 mm
Distância Mínima do Solo 165 mm
Dimensões (C x L x A) 1.988 X 730 X 1.098 mm
Distância entre Eixos 1.315 mm
Peso Seco 116,5 kg (versão KS)117,5 kg (versão ES)120 kg (versão ESD)
Cores Azul metálica, vermelha, preta e prata metálica
Preço público sugerido R$ 6.340,00 (versão KS); R$ 6.890,00 (versão ES); R$ 7.290,00 (versão ESD)

Fonte: Honda

domingo, 8 de março de 2009

CURSO - Mecanica e Manutenção de Motos

Indice Geral:::

- Informações Gerais

- Manutenção

- Teste do Motor

- Lubrificação

- Sistema de Refrigeração

- Sistema de Escape

- Sistea de Controle de Emissão

- Sistema de Alimentação

- Cabeçote/Válvulas

- Cilindro/Pistão

- Embreagem

- Sistema de Transmissão por correia V-MATIC

- Transmissão/Seetor de Marchas

- Carcaça de Motor/Arvores de Manivelas

- Roda/Pneus

- Fundamentos de Eletricidade

- Baterias/Sistema de Carga/Sistema de Iluminação

- Sistema de Ignição

- Partida Elétrica/Embreage de Partida

- Suplemento


... e muito mais .!!!!

post post post

Nº de páginas:
27 Capitulos
Tamanho:
10,6 Mb
Formato:
Rar
Idioma:
PT-BR
Para Baixar Clique AQUI!
ou AQUI.

A incrivel 125cc da Aprilia

sábado, 7 de março de 2009

Revista Super Bike - Março/2009


Revista Super Bike - Março/2009
Nº de páginas:
133
Tamanho:
43 Mb´s
Formato:
pdf
Idioma:
Inglês

Para baixar Clique AQUI!
ou
Para baixar Clique AQUI!

Termos de Uso:
- Qualquer arquivo protegido por algum tipo de lei deve permanecer, no máximo, 24 horas em seu computador.

- Eles podem ser baixados apenas para teste, devendo o usuário apagá-lo ou compra-lo após 24 horas.

- A aquisicao desses arquivos pela internet é de única e exclusiva responsabilidade do usuário.

- Os donos, webmasters e qualquer outra pessoa que tenha relacionamento com a producao do site nao tem responsabilidade alguma sobre os arquivos que o usuario venha a baixar e para que ira utiliza-los.

Os usuários que utilizam o blog, tem total conhecimento e aceitam os termos referidos acima.

Ebook Defenda-se de Multas de Trânsito


Levou uma Multa e não sabe o que fazer? ou não quer pagar?
então.. Leia o esse E-book xD
composto de 28 Páginas de informação e seus direitos.
E-book muito Show.. espero q ninguem da Familia aqui passe por isso.. mais eh sempre bom estar pode dentro..
entao Confiram e Comentem xD

Nº de páginas:
28 Páginas
Tamanho:
349 kb
Formato:
pdf
Idioma:
Português

Clique AQUI para baixar.

Termos de Uso:
- Qualquer arquivo protegido por algum tipo de lei deve permanecer, no máximo, 24 horas em seu computador.

- Eles podem ser baixados apenas para teste, devendo o usuário apagá-lo ou compra-lo após 24 horas.

- A aquisicao desses arquivos pela internet é de única e exclusiva responsabilidade do usuário.

- Os donos, webmasters e qualquer outra pessoa que tenha relacionamento com a producao do site nao tem responsabilidade alguma sobre os arquivos que o usuario venha a baixar e para que ira utiliza-los.

Os usuários que utilizam o blog, tem total conhecimento e aceitam os termos referidos acima.



post

domingo, 1 de março de 2009

Motos, gangues e rock clássico tomam conta do novo GTA 4

Nos 10 primeiros minutos de “GTA IV”, o imigrante europeu chegava de navio aos
EUA para “conquistar seus sonhos”. Nos 5 primeiros minutos de “Lost and
damned”, o líder de um clube de motoqueiros sai da clínica de reabilitação para
dependentes químicos, toma uma garrafa de tequila e pergunta “cadê minha moto?
”. Seja bem-vindo, portanto, ao novo capítulo de “GTA IV” no Xbox 360: temas
fortes, missões curtas, novos personagens, trilha rock'n'roll e uma bela
homenagem ao estilo de vida motoqueiro.

O protagonista de “Lost and damned” é Johnny Kleibitz, vice-presidente dos
“Lost”, clube de motoqueiros que vai se transformando em gangue criminosa a
cada moto roubada. Enquanto a nova rádio de Liberty City toca Deep Purple
(“Highway star”, em um programa apresentado por Iggy Pop, ele mesmo), Johnny
vai com os “irmãos” até a clínica de reabilitação. Eles pegam Billy Grey, o
presidente, e voltam para a sede do clube. Pelos próximos cinco minutos você só
consegue pensar em comprar uma Harley Davidson.

A mecânica de pilotagem de motos foi aprimorada em “Lost”, pacote de expansão
para “GTA IV” vendido por 1600 Microsoft Points (cerca de US$ 19,90) via
download. Isso torna a expansão mais saborosa e garante uma nova experiência na
incrível metrópole de Liberty City. Teoricamente, é apenas uma lista de “coisas
novas”: mais personagens, missões, músicas, armas, carros, motos, sites de
internet, modos de jogo multiplayer e, claro, a nova temporada do programa de
TV “Republican space rangers”. Na prática, é uma aventura emocionante e que
proporciona uma nova experiência na cidade que tantas semelhanças tem com o
mundo real.

Agora sobre duas rodas

É impossível não se lembrar de “Full throttle”, adventure da fábrica de sonhos
LucasArts lançado em 1995. A camaradagem entre os motoqueiros, o espírito de
união em duas rodas e as clássicas piadas de carros (ou, no caso, de motos
modernas) trazem boas lembranças desde o início.

Re
speito e admiração mútua são
temas constantes entre as
gangues de motoqueiros rivais de Liberty City. A fraternidade contamina Losts,
Deadbeats e Angels of Death (Foto: Divulgação)

O enredo de “The lost and damned” é bom o suficiente para criar boas situações
e cruzar a história de maneira interessante com a épica campanha do “GTA IV”
original. Você vai reencontrar velhos conhecidos, entender outras versões dos
conflitos e até mesmo reviver algumas missões que pareciam ocupar um passado
distante.

“The Lost” reúne temas pesados, o que prova, mais uma vez, que videogame é
coisa de adulto – ao menos na visão dos irmãos Houser, insanos produtores da
Rockstar. Policiais corruptos, consumo e tráfico de drogas ganham contornos
reais em personagens viciados e até em “mulas” que chegam ao aeroporto com
cocaína no estômago. Você já leu notícias assim dezenas de vezes na vida real –
não venha culpar “os malditos videogames”.


Deus perdoa, os Lost, não

Max Cavalera, ex-vocalista do Sepultura, apresenta um programa de death metal
na Liberty City Hardcore Rock, rádio que ganha músicas como “Dead embryonic
cells” (Sepultura), “Inner sanctum” (Entombed) e “I cum blood” (Cannibal
Corpse). Iggy Pop, um dos pioneiros do punk rock com os Stooges, estreia com a
Liberty Rock Radio, estação preferida dos motoqueiros e que traz clássicos como
“Run to the hills” (Iron Maiden), “Touch too much” (AC/DC) e “Every picture
tells a story” (Rod Stewart), música que puxa os créditos finais.

A lista de novidades de “The lost” inclui também seis armas (destaque para o
taco de sinuca e o lança granadas), cerca de 50 músicas, 17 motos, três carros
e cinco modos de disputa em partidas online.

url
'Irmãos para
sempre' é o lema dos motoqueiros do Lost
Motorcycle Club. Mas, ao contrário da vida real, sempre aparece alguém disposto
a ignorar o combinado (Foto: Divulgação)

No clube dos motoqueiros estão disponíveis minijogos, como queda de braço
(lucro fácil), baralho (sem graça), sinuca e uma nova máquina de fliperama. A
TV passa a nova temporada do desenho animado “Republican space rangers”, com
400 piadas políticas por minuto, a internet tem novidades interessantes e as
casas de show apresentam novos bons humoristas de palco. O político Thomas
Stubbs tem uma conta no Twitter – no mundo real. Ou seja: Liberty City ainda é
o melhor lugar para morar.

Onde o sonho americano vai para morrer

“The lost and damned” é uma excelente expansão – e a primeira de um total de
duas - para um dos melhores jogos de 2008. Além de trazer uma nova história,
ácida, crítica e que se sustenta em bons personagens e no sedutor mundo de
liberdade sobre duas rodas, as novas opções multiplayer e roupagem rock dão
vida nova à Liberty City. Pena que a novidade não esteja disponível para donos
de PlayStation 3 e PC – a exclusividade é da Microsoft.

E, por mais que a Rockstar saiba exatamente onde colocar um outdoor escondido
com recados subliminares em uma esquina abandonada para nos fazer vibrar, a
falta de habilidade narrativa de “GTA” torna-se evidente. Em “GTA IV”, o
tamanho do universo ajudava a esconder esse defeito. Em “The lost”, com duração
mais curta, os personagens são bonecos sem motivações, as missões têm todas o
mesmo peso: esteja você comprando um cachorro-quente na praça da Estátua da
Felicidade ou invadindo uma prisão para resgatar um ônibus de presos. Um mundo
autêntico é indispensável, mas saber contar uma história (como na séria
“Mafia”, por exemplo) é fundamental.

BLOQUEIO DE CELULAR ROUBADO

BLOQUEIO DE CELULAR ROUBADO

Agora com esta história do "Chip", o interesse dos ladrões por aparelhos celulares aumentou. É só comprar um novo chip por um preço médio de R$ 30,00 em uma operadora e instalar em um aparelho roubado.
Com isso, está generalizado o roubo de aparelhos celulares. Segue então uma informação útil que os comerciantes de celulares não divulgam... Uma espécie de vingança para quando roubarem celulares. Para obter o número de série do seu telefone celular (GSM), digitem
*#06#
Aparecerá no visor um código de 15 algarismos. Este código é único. Escrevam-no e conservem-no com cuidado. Se roubarem seu celular, telefonem para sua operadora e informem este código.
O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o "Chip". Provavelmente não recuperarão o aparelho, mas pelo menos quem quer que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo. Se todos tomarem esta precaução, o roubo de celulares será inútil. Enviem isto a todos e anotem o seu número de série!

Ultimas Novidades