









Fonte: http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?uf=1&pg=1&coldir=1§ion=Blogs&topo=3994.dwt&uf=1&local=1&template=3948.dwt&source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&blog=116&tipo=1
A Honda remodelou a sua famosa VTR de 250 cilindradas, a qual foi apresentada no Japão com requintes de grande estrela. Apesar de pouco conhecida no Brasil esta motocicleta faz sucesso em seu país de origem. A letra V em seu nome não é por acaso, trata-se de uma motocicleta equipada com motor 250 cilindradas e dois cilindros em 90° em V. Equipada também com freios à disco de qualidade nas duas rodas. O motor é refrigerado por radiador de água e alcança grandes cavalarias, outra característica marcante é o seu quadro que fica exposto conferindo um tom de rusticidade para a motocicleta.As principais revistas japonesas sobre motocicleta já trazem nas capas a Honda VTR 250cc.
Capa de revista japonesa com destaque para o lançamento Honda VTR 250cc 2009.Agora vou ensinar como manter o pneu sempre em boas condições. Mas para cuidar certinho do pneu, você deve conhecê-lo por completo.
Para isto ensinamos neste artigo, como ler a nomenclatura dele (aquilo que vem escrito do lado).
1-) Nome do fabricante.
2-) Logotipo do fabricante
3-) Nome do produto
4-) Características de dimensões e construção:
295 Largura da secção em mm (L)
80 Relação entre altura (H) e largura (L) da secção.
R Indica estrutura radial
22.5 Diâmetro interno do pneu (aro) em polegadas.
5-) Capacidade de carga para montagem em simples ou em duplo, respectivamente, e código de velocidade.
6-) Banda de rodagem ressulcável
7-) Pneu versão sem câmara
8-) Tipo de construção
9-) País de fabricação
10-) Área reservada para gravação do usuário
11-) Símbolo de certificação do INMETRO
12-) Conformidade aos regulamentos DOT (Department of Transportation) dos Estados Unidos.
13-) Construção do pneu e informações sobre carga/pressão conforme regulamentos DOT e ECE.
14-) Conformidade aos regulamentos ECE (Comission Economic for Europe)

Pensando em uma alternativa para enfrentar o trânsito cada vez mais congestionado das grandes cidades, o designer japonês Norio Fujikawa desenvolveu uma motocicleta voadora, chamada de JetBike.
Com um visual diferenciado, a Jetbike é um misto de moto e avião, com a parte central lembrando a carenagem de uma moto, só que sem as rodas, que dão lugar a duas finas e longas asas.
De acordo com Norio, o projeto ainda se trata de um sonho distante, por não ter patrocínios para torná-lo realidade. No entanto, a JetBike mostra atributos suficientes para se tornar real, a começar pelo sistema de propulsão, que segundo o inventor, tem de ser algo que respeite o meio ambiente, como a tecnologia híbrida, por exemplo.

O SW-T 400 chega com desenho clássico e grande capacidade de carga
Honda SW-T 400
Diferente de seus concorrentes que possuem motores de apenas 1 cilindro, o Honda SW-T 400 aposta em um motor bicilíndrico. Lançado para substituir o conhecido Silver Wing 400 no exterior, o scooter tem boa capacidade de carga e os benefícios do propulsor são nítidos. Além de ter maior potência e torque, ele proporciona mais esportividade, menos vibrações e mais durabilidade.
Além disso, a Honda traz mais segurança para a motocicleta com o sistema de frenagem C-ABS, que combina o ABS (Anti-lock Braking) com o CBS (Combined Braking System). O CBS é responsável por repartir a frenagem, otimizando as freadas nas mais diversas situações.
Partindo para o visual, o scooter apresenta aspecto elegante, leve e compacto. A parte dianteira tem novos faróis independentes e intermitentes. Para o conforto do usuário, o SW-T tem uma bolha frontal que oferece boa proteção aerodinâmica. O quadro de instrumentos possui tela de LCD. Por baixo do assento há espaço para guardar até dois capacetes e, para aumentar o volume de carga, na dianteira possui um porta-luvas.
A motocicleta Suzuki tem preço sugerido de R$ 61 200
Com aerodinâmica inspirada no falcão caça japonês chamado Hayabusa, que também ultrapassa a barreira dos 300 km/h, chega ao Brasil a nova GSX1300R 2009. A máquina, fabricada no Japão, recebeu um sistema de injeção eletrônica que produz menos emissões de poluentes e o motor possui três diferentes modos de pilotagem. Ela é impulsionada por um quatro cilindros robusto (quatro válvulas por cilindro) com refrigeração líquida de 1340 cm³, contra os 1299 cm³ da versão anterior.
Está equipado com o SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve), sistema de dupla válvula de borboleta, que proporciona melhor desempenho e diminuição no consumo de combustível.
A GSX1300R Hayabusa possui o chamado sistema PAIR (Injeção de Ar na Saída de Escape). Controlado pelo computador de gerenciamento do motor, este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados.
Aliado ao catalisador e ao sensor de oxigênio instalados no sistema de exaustão, o mecanismo faz com que a nova Hayabusa atenda aos rigorosos padrões Euro 3 e Tier 2 sobre emissões de gases.
A moto apresenta transmissão de seis marchas e o Sistema de Assistência à Embreagem Suzuki (SCAS) operado hidraulicamente. O SCAS reduz a força necessária no manete para acionar a embreagem e suaviza os trancos nas reduções de marcha, contribuindo para o aumento do conforto e da segurança do piloto.
Na nova versão, este design recebeu modificação: a carenagem levemente maior e a bolha frontal 15mm mais alta reduzem a exposição dos joelhos, cotovelos, mãos e pés do piloto ao vento durante a viagem.
O chassi de dupla longarina, feito em liga de alumínio, ficou mais leve e mais resistente. O sub-chassi foi rebaixado, juntamente com o assento traseiro, que está posicionado 17 mm mais abaixo.
As suspensões contam com regulagem total da pré-carga e as forças de retorno e de compressão, de alta e baixa velocidade, podem ser ajustadas individualmente na dianteira e na traseira. O amortecimento dianteiro é feito por garfo invertido, aperfeiçoado devido a um tratamento superficial dos tubos internos. A balança traseira conta com um monoamortecedor e o curso da roda continua com 140 mm.
As rodas foram redesenhadas com três raios, construídas em liga de alumínio com 17 polegadas. Na dianteira, a eficiência de frenagem é garantida por duplo-disco flutuante, mordido por pinças Tokico de quatro pistões opostos de alumínio de montagem radial.
A dimensão dos discos foi reduzida de 320 mm para 310 mm de diâmetro, com um aumento de 5,0 mm para 5,5 mm na espessura, reduzindo a inércia do conjunto e melhorando o desempenho da suspensão. O freio traseiro conta com pinça deslizante Tokico de pistão simples, com disco de 260 mm de diâmetro e 5,5 mm de espessura.
O painel de instrumentos é completo: tacômetro, velocímetro, marcador de combustível e de temperatura do líquido de arrefecimento estão distribuídos em quatro marcadores de mesmo tamanho. Há também luzes indicadoras de nível baixo de combustível, superaquecimento do líquido de arrefecimento, neutro, setas, luz alta, pressão do óleo e funcionamento da injeção eletrônica.
Além disso, o piloto pode programar o acendimento de uma luz de aviso quando o motor alcançar uma determinada rotação estipulada por ele. No centro do painel, uma tela em LCD mostra relógio, marcha engatada, modo de pilotagem selecionado, hodômetro total e dois hodômetros parciais.
Os inconfundíveis faróis da Hayabusa foram conservados na nova versão, mas alguns detalhes foram repensados para torná-la mais aerodinâmica. A luz alta do farol frontal é mais compacta e forte, fornecendo luz mais intensa para o aumento da segurança do piloto.
O farol traseiro agora utiliza LEDs como fonte de luz, por serem mais brilhantes e duráveis que as lâmpadas convencionais.A nova Hayabusa pode ser encontrada nas Concessionárias Autorizadas Suzuki nas cores laranja, branca, azul e preta, a um preço sugerido de R$61 200.
Agora uma perguntinha, quem não gostaria de ter uma dessas???
fonte: motociclismo terra
Cabeçalho Nº01

Algumas fotos tiradas do Orkut, algumas bem legais, já outras ... nem tanto!!!
Gostei da iluminação, farol pra quê!!!

Bonitinha!!!
Olé!!! torooooooooo!!! Só faltou a escrita "iron horse"!!!
Suzuki do coisa ruin!!!
Agora conheçam a Suzuki abelha hehehe!!!
| Motor | Monocilindrico de dois tempos, refrigerado a ar, com Autolube, sistema de ignição por volante do magneto, filtro de ar úmido de fibras plano |
| Carburador | Mikuni VM20SH |
| Cilindrada | 49 cm³ |
| Potência | 6,3 HP a 9.500 rpm |
| Torque máximo | 0,50 kgfm a 8.500 rpm |
| Diâmetro e curso | 40,0 x 39,7 mm |
| Taxa de compressão | 6,4:1 |
| Transmissão | Cinco velocidades sincronizadas, embreagem multidisco em banho de óleo, partida por pedal |
| Relações de câmbio | 1ª) 39/12 - 3,250:1 2ª) 34/17 - 2,000:1 3ª) 30/21 - 1,428:1 4ª) 27/24 - 1,125:1 5ª) 25/26 - 0,961:1 |
| Relação primária | 68/19 - 3,578:1 - por engrenagem |
| Relação secundária | 42/12 - 3,500:1 - por corrente |
| Comprimento | 1.825 mm |
| Largura | 630 mm |
| Altura | 970 mm |
| Distância entre eixos | 1.185 mm |
| Distância mínima do solo | 150 mm |
| Peso | 73 Kg |
| Peso em ordem de marcha | ??? |
| Capacidade do tanque de combustível | 8 litros |
| Capacidade do tanque de óleo dois tempos | 1 litro |
| Capacidade de óleo no carter | ??? |
| Capacidade de óleo no garfo dianteiro | ??? |
| Quadro | Tubular duplo, modelo 502 |
| Suspensão dianteira | Garfo telescópico com amortecimento hidráulico |
| Suspensão traseira | Braço oscilante com amortecedores hidráulicos |
| Pneu dianteiro | 2,50 x 17 4PR - pressão 23 lb/pol² |
| Pneu traseiro | 2,50 x 17 4PR - pressão 28 lb/pol² |
| Freio dianteiro | A tambor, acionamento mecânico |
| Freio traseiro | A tambor, acionamento mecânico |
| Sistema elétrico | 6 volts, bateria 6V 4Ah modelo 6NA-4D, dínamo Mitsubishi modelo FT000T00172 ou FT000T001472 (tipo europeu) |
| Vela | B8H |
| Luzes | Farol: 6V, 15W/15W Lanterna traseira: 6V, 5W Luz de freio: 6V, 17W Pisca: 6V, 8W Luz piloto (N): 6V, 3W Luz piloto (L): 6V, 3W Lanterna dianteira: 6V, 4W Luz do velocímetro: 6V, 3W |
| Informações complementares | ??? |
| Medições | ??? |
| Cores | Vermelha, azul |
| Ano de lançamento | 1974 |
| Fim da produção | 1978 |
| Fabricação | Nacional |
| DIMENSÕES: | | | PERFORMANCE: | |
| Comprimento: | 2260 mm | Velocidade Máxima: | 195 km/h | |
| Largura: | 740 mm | Potência Máxima: | 73 hp at 9000 rpm | |
| Altura: | 1130 mm | Torque Máximo: | 6.4 kgm at 7500 rpm | |
| Distância Entre-Eixos: | 1495 mm | Aceleração 0-100 km: | | |
| Altura do Banco: | | Curva de Torque: | | |
| Largura Banco: | 135 mm | Freagem: | | |
| Peso (Seco): | 233 kg | | | |
| Aro Dianteiro: | 325 H17 | | | |
| Aro Traseiro: | 400 H18 | | | |
| | | | | |
| COMB. E LUBRIF.: | | GERAL: | | |
| Carburadores: | Keihin ÿ28 mm (4) | Suspensão Dianteira: | Garfos Telescópicos Hidráulicos | |
| Capacidade Tanque: | 17 litros | Suspensão Traseira: | Braço Oscilante Hidráulico | |
| Reserva: | | Freio Dianteiro: | Disco Duplo | |
| Óleo da Caixa: | | Freio Traseiro: | Disco Simples | |
| Sistema de Lubrif. | Dry Sump | Tipo de Roda: | Comstar | |
| Tanque de Óleo | 3,5 litros | | Double Cradle | |
| Tipo de Óleo da Caixa | SAE 10W40 | | | |
| Consumo: | 1:29 @ 60 km/h | | | |
| IGNIÇÃO: | | EQUIP. ELÉTRICO: | | |
| Ignição: | Bateria | Bateria: | | |
| Ponto: | | Fusível: | 12V-14Ah | |
| Velas: | | Alternador: | 15 A | |
| | | | 200W | |
| MOTOR: | | | | |
| Tipo: | 4-Tempos 4-Cilindros, SOHC | | | |
| Cilindro: | Refrigerado à Ar | | | |
| Cilindrada: | 736 ccm | | | |
| Curso do Pistão: | 61 x 63 mm | | | |
| Compressão: | 9 : 1 | | | |
| Embreagem: | Multi-Disco no óleo | | | |
| Marchas: | 5-velocidades | | | |
| Relações: | 2.5 / 1.7 / 1.3 / 1.1 / 1.0 : 1 | | | |
| Partida: | Pedal & Elétrica | | | |
| | | | |
Até há pouco tempo, energia elétrica no trânsito era coisa de projetos futurísticos. A tecnologia evoluiu. Hoje, já dá para rodar por aí com motos elétricas, ecológicas, compradas pelo preço de uma moto comum e com autonomia suficiente para um bom passeio. Aquela tomada extra na garagem, quem diria, pode ser a sua fonte de economia.




Não sei não mas eu ainda prefiro as velhas e confiáveis movidas a gasolina.